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Trueno

Galvão e Galvãozinho

Trovão

Que menina tão bonita
Nunca vi bonita assim
Eu dei um olhado nela
Ela não olhou em mim

Eu fiquei apaixonado
Com a sua ingratidão
Que machucou meu coração

Menina, eu estou perdido
Pisei na barra do teu vestido
Juntinho de vós tô sem perigo
Menina bonita vamo comigo

Lhe peço por caridade
Não faça isso meu amorzinho
Tenha compaixão de mim

Aqui tem duas moças
Que comigo quer casar
Uma é branca e outra é roxinha
Danada pra namorá

A branca me namora
E a roxinha me quer bem
Eu quero casar com a branca
E caso com a roxa também

Comprei a tinta, comprei papel
Escrevi uma carta, mandei pra ela
Ai, ai, de namoração
O amor que ama outro
Ai, ai, que dá suspiro que a terra treme
Que dá trovão que balança o chão

Trueno

Qué chica tan bonita
Nunca vi tan bonita
Le eché un vistazo
Ella no me miró

Me enamoré
De su ingratitud
Que lastimó mi corazón

Chica, estoy perdido
Pisé el dobladillo de tu vestido
Cerca de ti estoy seguro
Chica bonita, vámonos juntos

Te pido por caridad
No hagas eso, mi amorcito
Ten compasión de mí

Aquí hay dos chicas
Que quieren casarse conmigo
Una es blanca y la otra es moradita
Muy traviesa para cortejar

La blanca me corteja
Y la moradita me quiere bien
Quiero casarme con la blanca
Y casarme también con la morada

Compré la pintura, compré papel
Escribí una carta, se la envié
Ay, ay, de cortejo
El amor que ama a otro
Ay, ay, que suspira y hace temblar la tierra
Que truena y hace temblar el suelo

Escrita por: Galvan / Zé Alves