Entre Cobras e Espinhos
Alguém já te falou em revidar
Mas isso não será preciso
Dê um fim em tudo isso
Apenas com um basta
E irão te respeitar e se calar
Calúnias e injúrias vão cessar
Mas se eles querem briga
Vão se machucar
Esta casta
É inimiga
De si mesma
Devoram a própria natureza
A si mesma se despreza
São tão soberbas
Traiçoeiras
Mas elas que devem se cuidar
Não sabem com quem estão lidando
Avisadas estão
Correm grande perigo
Quem lhes acompanhar
Não será nada bom
O que estará lhes aguardando
Doidas varridas
Gananciosas
Sempre pretensiosas
Cobras peçonhentas
Estão bem no meio do caminho
Prontas para o bote
São espinhos venenosos
A própria língua morderão
Inflamarão
Agonizarão
Rastejarão de dor
Nunca terão sorte
Nas suas vidas
Colhem o que semeiam
Não há trégua
Frutos amargos
Não têm paz
Sempre estão em guerra
Acumulam só estragos
Não se rendem
Mas nunca vencem jamais
Entre Serpientes y Espinas
Alguien te ha hablado de devolver
Pero eso no será necesario
Ponle fin a todo esto
Simplemente con un ¡basta!
Y te respetarán y callarán
Las calumnias e injurias cesarán
Pero si quieren pelea
Se lastimarán
Esta casta
Es enemiga
De sí misma
Devoran su propia naturaleza
Se menosprecian a sí mismas
Son tan soberbias
Traidoras
Pero son ellas las que deben cuidarse
No saben con quién están tratando
Están advertidas
Corren gran peligro
Quien las siga
No le espera nada bueno
Lo que les aguarda
Locas desquiciadas
Codiciosas
Siempre pretenciosas
Serpientes venenosas
Están justo en medio del camino
Listas para atacar
Son espinas venenosas
Morderán su propia lengua
Se inflamarán
Agonizarán
Arrastrándose de dolor
Nunca tendrán suerte
En sus vidas
Cosechan lo que siembran
No hay tregua
Frutos amargos
No tienen paz
Siempre están en guerra
Solo acumulan desastres
No se rinden
Pero nunca vencen jamás