Dyurá e As Cem Luas
Dyurá filho de Iracerê
Desejava desposar Kixowmá
Filha do Oitavo Conselheiro Apurinã
Filha do Oitavo Conselheiro Apurinã
No teste de bravura proposto por Meikuá
O frágil Dyurá foi reprovado
Penalizado ao confinamento
Punido por seu povo impiedoso Apurinã
Em honra à memória do heróico Maicuté
Iracerê recebeu permissão
Para visitar seu filho amado
Amaldiçoado por cem longas Luas
Por ter maculado o rito sagrado Apurinã
Quando tudo parecia consumado
O clamor de Iracerê foi atendido
Em seu sonho o Grande Espírito Sagrado
Revelou a solução e o milagre aconteceu
Do fruto abençoado recebeu a força do Trovão
Por amor Dyurá desafiou a maldição
Venceu a prova do tambor de guerra
Derrotou sete bravos guerreiros
Obteve o perdão do panteão dos deuses e conquistou
Kixowmá, Kixowmá
Kixowmá, Kixowmá
Dyurá y las Cien Lunas
Dyurá, hijo de Iracerê
Anhelaba casarse con Kixowmá
Hija del Octavo Consejero Apurinã
Hija del Octavo Consejero Apurinã
En la prueba de valentía propuesta por Meikuá
El frágil Dyurá fue reprobado
Penalizado con el confinamiento
Castigado por su pueblo implacable Apurinã
En honor a la memoria del heroico Maicuté
Iracerê recibió permiso
Para visitar a su amado hijo
Maldito por cien largas Lunas
Por haber mancillado el sagrado rito Apurinã
Cuando todo parecía consumado
El clamor de Iracerê fue escuchado
En su sueño, el Gran Espíritu Sagrado
Reveló la solución y el milagro ocurrió
Del fruto bendito recibió la fuerza del Trueno
Por amor, Dyurá desafió la maldición
Superó la prueba del tambor de guerra
Derrotó a siete valientes guerreros
Obtuvo el perdón del panteón de dioses y conquistó
Kixowmá, Kixowmá
Kixowmá, Kixowmá
Escrita por: Inaldo Medeiros