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Amazônia, la cura

Boi Garantido

Amazônia, a Cura

Se o vento não te beijar
Se invés do frio, o calor
Se o verde não encontrar as matas

O remo a procura das águas
Milhares de espécies em busca dos rios
Verá que o poder sem juízo virou desafio

Se o dia não clarear e a relva não florescer
Se a chuva não vir lavar meu pranto
Teus netos te perguntando, sobre as matas verdes do vt
Será que a beleza da vida daqui vai desaparecer?

É o que será das próximas gerações
Arrependimento não basta
De que vale ter riquezas se a cura é um Jatobá

É o que dirá sobre os troféus enfileirados em forma de serras
As folhas são cartas escritas pelos deuses
É deixadas pro homem da Amazônia

Não queime as matas
Nada de fogo, nada de fumaça
Preserve as raças
Aqui no Garantido a vida não se passa

Não queime as matas
Nada de fogo, nada de fumaça
Preserve as raças
Não é permitido matar quem não mata

É o que será das próximas gerações
Arrependimento não basta
De que vale ter riquezas se a cura é um Jatobá

É o que dirá sobre os troféus enfileirados em forma de serras
As folhas são cartas escritas pelos deuses
É deixadas pro homem da Amazônia

Não queime as matas
Nada de fogo, nada de fumaça
Preserve as raças
Aqui no Garantido a vida não se passa

Não queime as matas
Nada de fogo, nada de fumaça
Preserve as raças
Não é permitido matar quem não mata

Amazônia, la cura

Si el viento no te besa
Si en lugar del frío, el calor
Si el verde no encuentra los bosques

El remo busca las aguas
Miles de especies en busca de los ríos
Verás que el poder sin juicio se convirtió en desafío

Si el día no amanece y la hierba no florece
Si la lluvia no viene a lavar mi llanto
Tus nietos te preguntarán, sobre los bosques verdes del vt
¿Será que la belleza de la vida aquí va a desaparecer?

¿Qué será de las próximas generaciones?
El arrepentimiento no es suficiente
¿De qué sirve tener riquezas si la cura es un Jatobá?

¿Qué dirá sobre los trofeos alineados en forma de sierras?
Las hojas son cartas escritas por los dioses
Son dejadas para el hombre de la Amazonía

No quemes los bosques
Nada de fuego, nada de humo
Preserva las razas
Aquí en el Garantido la vida no se acaba

No quemes los bosques
Nada de fuego, nada de humo
Preserva las razas
No está permitido matar a quien no mata

¿Qué será de las próximas generaciones?
El arrepentimiento no es suficiente
¿De qué sirve tener riquezas si la cura es un Jatobá?

¿Qué dirá sobre los trofeos alineados en forma de sierras?
Las hojas son cartas escritas por los dioses
Son dejadas para el hombre de la Amazonía

No quemes los bosques
Nada de fuego, nada de humo
Preserva las razas
Aquí en el Garantido la vida no se acaba

No quemes los bosques
Nada de fuego, nada de humo
Preserva las razas
No está permitido matar a quien no mata

Escrita por: Alexandre Ribeiro / Cesar Moraes / Domingos Barbugian / Jackson Sicsú / Maicon Canesin / Ronaldo Macedo / Tárcio Macambira