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Canción de despedida

Geraldo Azevedo

Canção da Despedida

Mas essa canção aqui que eu vou cantar
Eu faço questão de cantar muitas vezes agora
Porque ela ficou muito tempo, assim, engasgada na garganta
É uma canção que eu fiz com Vandré em 68
Ela ficou censurada muito tempo, esse tempo todo
Finalmente ela foi desencantada por uma paraibana, né
E eu vou cantar agora pra poder registrar assim, de outra forma
Mas essa canção, assim
Eu faço questão de cantar nesse sentido, assim
Porque esse tempo todinho eu pelejei pra cantar
Várias vezes que eu, que eu fazia discos, que eu fazia discos
E toda vez eu botava na relação de discos pra censura
E nunca, e nunca era liberada, né
Finalmente foi e eu não consegui gravar
Agora eu vou conseguir gravar com vocês, tá
Com vocês aí

Aliás, vocês podem até ajudar assim
Um vocalzinho bonitinho, vai

Já vou embora, mas sei que vou voltar
Amor, não chora, se eu volto é pra ficar
Amor, não chora, que a hora é de deixar (ooh!)
O amor de agora, pra sempre ele ficar

Eu quis ficar aqui mas não podia
O meu caminho a ti não conduzia
Um rei mal coroado
Não queria o amor em seu reinado
Pois sabia não ia ser amado

Amor, não chora, eu volto um dia
O rei velho e cansado já morria
Perdido em seu reinado sem Maria
Quando eu me despedia, no meu canto lhe dizia

Já vou embora, mas sei que vou voltar (ooh!)
Amor, não chora, se eu volto é pra ficar
Amor, não chora, que a hora é de deixar (ooh!)
O amor de agora, pra sempre ele ficar

Eu quis ficar aqui mas não podia
O meu caminho a ti não conduzia
Um rei mal coroado
Não queria o amor em seu reinado
Pois sabia não ia ser amado

Amor, não chora, eu volto um dia
O rei velho e cansado já morria
Perdido em seu reinado sem Maria
Quando eu me despedia, no meu canto lhe dizia

Já vou embora, mas sei que vou voltar (ooh!)
Amor, não chora, se eu volto é pra ficar
Amor, não chora, que a hora é de deixar (ooh!)
O amor de agora, pra sempre ele ficar

'Brigado

O incrível é que é uma canção bonita, né?
A censura se enganou comigo

Canción de despedida

Pero esta canción que voy a cantar aquí
Ahora me propongo cantar a menudo
Porque se quedó así por mucho tiempo, ahogada en la garganta
Es una canción que escribí con Vandré en el 68
Estuvo censurada durante mucho tiempo, todo este tiempo
Al final se desencantó de una mujer de Paraíba, ¿verdad?
Y voy a cantar ahora para poder grabarlo así, de otra manera
Pero esta canción, así
Me propongo cantar en este sentido, así
Porque todo este tiempo luché por cantar
Varias veces que yo, que hice discos, que hice discos
Y cada vez que lo pongo en la lista de registros para censura
Y nunca lo fue, y nunca lo publicaron, ¿verdad?
Finalmente pasó y no pude grabarlo
Ahora podré grabar contigo ¿vale?
Contigo allí

De hecho, incluso puedes ayudar de esta manera
Una linda vocalita, vamos

Me voy ahora, pero sé que volveré
Amor no llores si regreso es para quedarme
Amor, no llores, es hora de dejarlo ir (ooh!)
El amor de ahora, permanecerá para siempre

Quería quedarme aquí pero no pude
Mi camino no te condujo
Un rey mal coronado
Él no quería amor en su reinado
Porque sabía que no me iban a amar

Amor no llores, algún día volveré
El viejo y cansado rey ya estaba muriendo
Perdido en su reinado sin María
Al despedirme, en mi rincón le dije

Me voy ya, pero sé que volveré (¡ooh!)
Amor no llores si regreso es para quedarme
Amor, no llores, es hora de dejarlo ir (ooh!)
El amor de ahora, permanecerá para siempre

Quería quedarme aquí pero no pude
Mi camino no te condujo
Un rey mal coronado
Él no quería amor en su reinado
Porque sabía que no me iban a amar

Amor no llores, algún día volveré
El viejo y cansado rey ya estaba muriendo
Perdido en su reinado sin María
Al despedirme, en mi rincón le dije

Me voy ya, pero sé que volveré (¡ooh!)
Amor no llores si regreso es para quedarme
Amor, no llores, es hora de dejarlo ir (ooh!)
El amor de ahora, permanecerá para siempre

'Brigada

Lo sorprendente es que es una canción hermosa ¿verdad?
La censura estuvo mal conmigo

Escrita por: Geraldo Azevedo, Geraldo Vandré