Arte Aqui é Mato
O vestido dela era da cor do para-tudo
Amarelo como a flor
Um rapaz encantado
Pelo velho inferno do lado de baixo
Do Equador
Triste lugar, onde nada é pecado
Triste trópicos,
Mil novecentos e noventa.
Não é toda década que encerra
Um século e anuncia um milênio.
Que a arte aqui na terra seja mato
Que as cores não se reduzam a pintura
E nem a vida se reduza à figura.
E seja esta uma história
Onde todos tenham muito a ver.
Arte Aquí es Selva
El vestido de ella era del color del para-todo
Amarillo como la flor
Un chico encantado
Por el viejo infierno del lado de abajo
Del Ecuador
Lugar triste, donde nada es pecado
Tristes trópicos,
Mil novecientos noventa.
No es toda década que encierra
Un siglo y anuncia un milenio.
Que el arte aquí en la tierra sea selva
Que los colores no se reduzcan a pintura
Y ni la vida se reduzca a la figura.
Y sea esta una historia
Donde todos tengan mucho que ver.
Escrita por: Airton Cuiabano / Aline Figueiredo / Geraldo Espíndola