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Déjà Vü

Geslaney Brito e Iara Assessú

Déjà Vü

Abraçar-te é uma primeira vez
Mas ao que parece, eu já te vi
Para ser preciso eu sonhei
Que seria tudo agora

Nunca estive nessa encosta
Não subi nessa montanha
Mal conheço esse vale
Vale eu sei, estar aqui

E se me permite o instante
Eu nos ofereço esse momento
Não saberei se constante
Pois o presente é o querer

Que vem querendo súbito
Amanhecendo trôpego
Em sua forma lúcida
Permanecendo em flora

Enquanto par não disfarço
Tudo em seu tempo é luzir
Ir é destino riacho
Acho que amar é assim

A primeira vez, abraço
Ao que nos parece déjà vu
Para ser preciso um vasto
Que se precisa em surgir

Déjà Vü

Abrazarte es como la primera vez
Pero al parecer, ya te he visto
Para ser preciso, soñé
Que todo sería ahora

Nunca he estado en esta ladera
No he subido esta montaña
Apenas conozco este valle
Valle, sé que estar aquí

Y si me permites el instante
Me ofrezco este momento
No sabré si constante
Pues el presente es el querer

Que viene queriendo de repente
Amaneciendo tambaleante
En su forma lúcida
Permaneciendo en flor

Mientras par no disimulo
Todo a su tiempo es brillar
Ir es destino arroyo
Creo que amar es así

La primera vez, abrazo
Lo que nos parece déjà vu
Para ser preciso un vasto
Que se necesita emerger

Escrita por: Geslaney Brito