Devaneios
Já cantei tantas vitórias que eu
Já cantei tantas vitórias que eu
Já cantei tantas vitórias que eu
Desisto, não insisto mais
Em adivinhar
O que virá, virou, se não vira, vira
Para de estragar meus devaneios
Com seus não, não, não, na-na-não, não, não, não dá
Pois dá
Se dá
Ei menina já tá na hora de acordar
E você já está bem grandinha
Há de aprender como se comportar
Ei, menina
Que história é essa de se complicar
Não tá vendo que a rota já tá feita
Tá tudo prescrito
Pra que evitar
Não vê que não dá?
E assim tão de repente
Entro em uma brisa saliente
Uma brisa pra durar minha vida inteira
Eu quero quem eu quero
E eu quero por que quero então nem
Vem me contrariar
Dizendo que não dá, não dá, não dá, não dá, não dá, não dá, não dá, não dá
Pois vendo aqui, já dá
Já cantei tantas
Já cantei tantas
Já cantei tantas
Já cantei tantas vitórias que eu
Já cantei tantas vitórias que eu
Já cantei tantas vitórias que eu
Já cantei tantas vitórias que eu desisto
Não insisto mais, em adivinhar
O que virá, virou, se não vira, vira
Para de complicar meus devaneios
Com seus não, não, não, na-na-não, não, não, não dá
Pois dá
Se dá
Ei, menina, não dê ouvidos para o que vão falar
O que não te apetece agradece e sem nem um desfeito
Não desenhe la
É uma vida tão gostosa
Uma brisa maravilhosa
Uma brisa para durar minha vida inteira
Eu quero quem eu quero
E eu quero por que quero então nem
Vem me encontrar
E contrariar
Devaneos
Ya canté tantas victorias que yo
Ya canté tantas victorias que yo
Ya canté tantas victorias que yo
Desisto, no insisto más
En adivinar
Lo que vendrá, se volvió, si no se voltea, voltea
Deja de arruinar mis devaneos
Con tus no, no, no, na-na-no, no, no, no da
Porque da
Si da
Oye niña, ya es hora de despertar
Y ya estás bastante crecida
Debes aprender cómo comportarte
Oye, niña
¿Qué historia es esta de complicarte?
¿No ves que la ruta ya está trazada?
Está todo predeterminado
¿Por qué evitarlo?
¿No ves que no se puede?
Y así, de repente
Entro en una brisa sobresaliente
Una brisa para durar toda mi vida
Quiero a quien quiero
Y quiero porque quiero, así que ni
Intentes contradecirme
Diciendo que no se puede, no se puede, no se puede, no se puede, no se puede, no se puede, no se puede, no se puede
Porque viendo aquí, ya se puede
Ya canté tantas
Ya canté tantas
Ya canté tantas
Ya canté tantas victorias que yo
Ya canté tantas victorias que yo
Ya canté tantas victorias que yo
Ya canté tantas victorias que yo desisto
No insisto más, en adivinar
Lo que vendrá, se volvió, si no se voltea, voltea
Deja de complicar mis devaneos
Con tus no, no, no, na-na-no, no, no, no da
Porque da
Si da
Oye, niña, no prestes atención a lo que dirán
Agradece lo que no te apetece y sin ningún desaire
No lo dibujes
Es una vida tan placentera
Una brisa maravillosa
Una brisa para durar toda mi vida
Quiero a quien quiero
Y quiero porque quiero, así que ni
Intentes encontrarme
Y contradecirme