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Hip Hop Militante

Gíria Vermelha

Hip Hop Militante

Hip hop militante, ta na veia , ta no sangue
Preto verck comandante, pra elite bang bang
Ex-gangueiro recomposto, renascido das cinzas
Rede globo, mtv sai de mim não me filma
Falsidade, vaidade, pilantragem não me cola
Já ô pegador, q.u. minha ganzola
Muito mais do artista, militante é o que sou
Muito mais do que artista, ativista é o que sou
Muito mais que ódio aos boys eu tenho amor pelo meu povo
To na febre , to no jogo, to com libriano loko
Amizade de mil graus a miliano idéia forte
Só, batendo todos de capote
Se quiser saber de nós, vem com nós digam hô
Militante da favela pelo quilombo eu sou

Quilombo urbano eu sou, sou, sou
Sou soldado eu sou, sou, sou

Minha meta é essa aqui ir montando os mocambos
As poses, fortalecendo o quilombo
Cine-rua, periferia urgente, sente
Periafricania, tudo coletivamente
A favela agora é nossa
Com a favela organizada e consciente não há que possa
Paparaze sai batido cê não é bem vindo na área
Só, repórter das comunitárias
Bate o sino pequenino, bate o sino da favela
Já nasceu o movimento que os boyzinho amarelam
Então congela a imagem , dar o close filma tudo
Criminoso anti-estado, aê prazer lex luto
De luto com o mercado fonográfico burguê
Ô que ô, ô que ô pra vocês
Sem brecha pro canto da sereia eu sou de rocha
Na escuridão dos tolos , libriano é homem tocha

Cidade olimpica, c.o. , liberdade é só guerreiro
Por justiça e por amor, nossos versos são vermelhos
Cria do quilombo urbano fortalecido nas posses
Guto raio x , caboquinho do meio norte
São luís pra ser preciso , só no sapatinho eu piso
Aos inimigos eu deixo uma salva de risos rá, rá, sinistro
Pro meu mil amores
Aceite esse buquê de flores
Pois as flores representam o renascer a alvorada
O guerreiros que resiste ao corte profundo da espada
Se morrer no coração de outros mil renascerá
Ai de quem duvide do poder que existe as rosas
Ai de quem duvide do poeta, poema e prosas
Que invade o coração e ganha a alma do bandido
Que liberta das algemas o povo pobre e oprimido
Militante ativista de olhar clinico
Soldado do qu de corpo alma e espírito, eu sou sou, sou

Quilombo urbano eu sou, sou, sou
Sou soldado eu sou, sou, sou

Hip Hop Militante

Hip hop militante, está en las venas, está en la sangre
Comandante negro verck, para la élite bang bang
Ex pandillero recompuesto, renacido de las cenizas
Rede Globo, MTV, sal de mí, no me grabes
Falsedad, vanidad, trampas no me pegan
Ya no soy el conquistador, mi ganzúa
Mucho más que artista, militante es lo que soy
Mucho más que artista, activista es lo que soy
Mucho más que odio hacia los chicos, tengo amor por mi gente
Estoy en la fiebre, estoy en el juego, estoy con un libriano loco
Amistad de mil grados, idea fuerte
Solo, venciendo a todos con capote
Si quieres saber de nosotros, únete a nosotros, di hola
Militante de la favela, por el quilombo soy

Quilombo urbano soy, soy, soy
Soy soldado soy, soy, soy

Mi meta es esta, ir construyendo los mocambos
Las poses, fortaleciendo el quilombo
Cine-calle, periferia urgente, siente
Periafricania, todo colectivamente
La favela ahora es nuestra
Con la favela organizada y consciente, no hay quien pueda
Paparazzi, lárgate, no eres bienvenido en el área
Solo, reportero de las comunitarias
Toca la campana pequeña, toca la campana de la favela
Ha nacido el movimiento que asusta a los chicos
Así que congela la imagen, acércate y filma todo
Criminal anti-estado, gusto en conocerte, lex luto
De luto con el mercado fonográfico burgués
¿Qué pasa, qué pasa para ustedes?
Sin espacio para el canto de sirena, soy de roca
En la oscuridad de los tontos, el libriano es hombre antorcha

Ciudad olímpica, C.O., libertad es solo para guerreros
Por justicia y por amor, nuestros versos son rojos
Cria del quilombo urbano fortalecido en las poses
Guto rayos x, chico del norte medio
Para ser preciso, solo piso con cuidado en São Luís
A los enemigos les dejo una salva de risas, ¡rápido, rápido, siniestro!
Para mis mil amores
Acepta este ramo de flores
Porque las flores representan el renacer al amanecer
Los guerreros que resisten el corte profundo de la espada
Si muere en el corazón de otros, renacerá mil veces
Ay de aquel que dude del poder que tienen las rosas
Ay de aquel que dude del poeta, poema y prosas
Que invade el corazón y gana el alma del bandido
Que libera de las cadenas al pueblo pobre y oprimido
Militante activista con mirada clínica
Soldado del qué de cuerpo, alma y espíritu, soy, soy, soy

Quilombo urbano soy, soy, soy
Soy soldado soy, soy, soy

Escrita por: Hertz / Verck