O Vigia
Eu vejo a noite cair e a cidade rugir
Com a sua juventude ascender
Não, não, não posso dormir, tenho que ficar aqui
Pois tenho um trabalho... A fazer!
Doze "badaladas", já não vejo mais crianças
A ingenuidade foi embora, deixando insensatez
Sobre as mentes pré-moldadas engradados de ilusão
Deixam as ruas manchadas por sangue sem compreensão
A noite chega tão serena, mas pedindo cuidado
Alguns adormecem, mas ninguém
Com os dois olhos fechados!
Meu olhar ou seu olhar não valem nada!
Esse é o jogo que eles ganham com a nossa jogada
Quando o sol se vai leões não são mais reis
A noite é sem lei, a noite é sem lei!
Eu vejo a noite cair e a cidade rugir
Com a sua juventude ascender
Não, não, não posso dormir, tenho que ficar aqui
Pois tenho um trabalho... A fazer!
Meu olhar ou seu olhar não valem nada!
Esse é o jogo que eles ganham com a nossa jogada
Quando o sol se vai leões não são mais reis
A noite é sem lei, a noite é sem lei!
Sem lei!
Sem lei, sem lei, sem lei!
El Vigilante
Ve la noche caer y la ciudad rugir
Con su juventud ascendiendo
No, no, no puedo dormir, debo quedarme aquí
¡Porque tengo un trabajo... que hacer!
Doce campanadas, ya no veo más niños
La ingenuidad se ha ido, dejando insensatez
Sobre mentes preformadas, enjauladas de ilusión
Dejan las calles manchadas de sangre sin comprensión
La noche llega tan serena, pero pidiendo cuidado
Algunos se duermen, ¡pero nadie
Con los dos ojos cerrados!
¡Mi mirada o tu mirada no valen nada!
Este es el juego que ganan con nuestra jugada
Cuando el sol se va, los leones ya no son reyes
¡La noche es sin ley, la noche es sin ley!
Ve la noche caer y la ciudad rugir
Con su juventud ascendiendo
No, no, no puedo dormir, debo quedarme aquí
¡Porque tengo un trabajo... que hacer!
¡Mi mirada o tu mirada no valen nada!
Este es el juego que ganan con nuestra jugada
Cuando el sol se va, los leones ya no son reyes
¡La noche es sin ley, la noche es sin ley!
¡Sin ley!
¡Sin ley, sin ley, sin ley!
Escrita por: Thiago Bruno, Adriano Patricio