Água no arroz
(Vagar num vazio)
Quem me disse
Que isso era um lar, mentiu
Quanto mais conforto mais eu sinto frio
Tudo deveria durar aqui dentro
(mas tudo insiste em cair)
(e quebrar) tão difícil levantar
Cada quarto criou vida
Respiram, suspiram e lamentam
As nossas discussões e brigas
As morais estão caídas
E tão difícil de enxergar
Eu queria esquecer
Grita, bate, protege e sangra, seca
Quem sabe, perdão, mas nunca esquecer
Me diz que isso daqui a pouco vai passar
Para de encher essa casa de coisas
Transforme isso em afeto
Trate de fazer essas paredes sorrirem de novo
Quem sabe assim o ar não pese tanto
As morais estão caídas
E tão difícil de enxergar
Eu queria esquecer
Grita, bate, protege e sangra, seca
Quem sabe, perdão, mas nunca esquecer
Me diz que isso daqui a pouco vai passar
Para de encher essa casa de coisas
Transforme isso em afeto
Eu não quero mais ter de esperar
Pois não tenho tempo a perder
Em consertar as coisas que eu nunca fiz
Agua en arroz
(Vagando en un vacío)
¿Quién me dijo?
Que esto era un hogar, mintió
Cuanto más confort, más frío me siento
Todo debería durar aquí
(pero todo insiste en caer)
(y romper) tan difícil de levantar
Cada habitación ha creado vida
Respira, suspiro y llora
Nuestras discusiones y disputas
La moral ha caído
Y tan difícil de ver
Quería olvidarlo
Grita, golpea, protege y sangra, se seca
Quién sabe, perdóname, pero nunca olvides
Dime que esto pasará pronto
Deja de llenar esta casa con cosas
Conviértalo en afecto
Intenta hacer que esas paredes sonrían de nuevo
Tal vez el aire no pesará tanto
La moral ha caído
Y tan difícil de ver
Quería olvidarlo
Grita, golpea, protege y sangra, se seca
Quién sabe, perdóname, pero nunca olvides
Dime que esto pasará pronto
Deja de llenar esta casa con cosas
Conviértalo en afecto
No quiero tener que esperar más
Porque no tengo tiempo que perder
Para arreglar las cosas que nunca hice