Samba Enredo 2002 - Intolerância Não (Viva e Deixe Viver)
Vem de longo tempo, tantos fatos da história,
Vivem presentes em nossa memória
Hoje a verde e branco sem imposição
Traz um momento de reflexão
Em prol da liberdade
Respeitando as opiniões
Mas não aceitando a crueldade
A mão insensata que crucificou
E a condenação ao fogo ardente
Apaguem o estopim! queremos a verdade
A explosão que traz felicidade
O que passou, passou...
Minha "Vila" é só amor... amor
Perseguição, nunca mais
Queremos direitos iguais
Ando sofrendo em vão, quanta destruição
Por preconceitos
E nas lutas desiguais, muitos ideais
Jamai desfeitos
Fim da discriminação!
Os meus versos trazem a renovação
Será...será que os nossos povos vão se irmanar?
Na realidade, o sonho não pode acabar
(refrão)
Vou extravasar
E ninguém pode me conter
Sou Vila Maria
Viva e deixe viver
Samba Enredo 2002 - Intolerancia No (Vive y Deja Vivir)
Viene de hace mucho tiempo, tantos hechos de la historia,
Viven presentes en nuestra memoria
Hoy la verde y blanca sin imposición
Trae un momento de reflexión
En pro de la libertad
Respetando las opiniones
Pero no aceptando la crueldad
La mano insensata que crucificó
Y la condena al fuego ardiente
¡Apaguen la mecha! queremos la verdad
La explosión que trae felicidad
Lo que pasó, pasó...
Mi 'Vila' es solo amor... amor
Persecución, nunca más
Queremos derechos iguales
Ando sufriendo en vano, cuánta destrucción
Por prejuicios
Y en las luchas desiguales, muchos ideales
Jamás deshechos
¡Fin de la discriminación!
Mis versos traen la renovación
¿Será... será que nuestros pueblos se hermanarán?
En la realidad, el sueño no puede acabar
(estribillo)
Voy a desahogarme
Y nadie puede contenerme
Soy Vila Maria
Vive y deja vivir
Escrita por: Carlos De Jesus / Dilai - Maurinho De Jesus - Minho / MARCINHO