Samba Enredo 2016 - Diz Mata! Digo Verde. A Natureza Veste a Incerteza, e o Amanhã? (O Clamor da Floresta)
Ecoa um grito de guerra no alto da mata
Auê auê auê
Quem foi que atirou esta flecha
No peito sagrado da vida
Tupã ganha a forma de um trovão
Natureza em comunhão
Contra a força do invasor
Vai tocar o mais frio coração
Pra cada palmo de devastação
Nasce um ramo de amor
A corrente está formada pelo bem
Caipora me chamou, curupira vai ou vem?
Eu sabia! Não se brinca com um pererê
Esta terra tem magia! Tem poder!
Seiva da selva de anhangá
Salva meu Deus nosso habitat
Brotam as flores, pras dores do mundo sarar
Qual sumaúma me faz raiz?
Som da floresta num só tambor
Folha da mais verdejante matriz eu sou
Hoje a nossa fantasia
Só não será em vão
Se houver mais união, e menos hipocrisia
Ôôô ôôô
Diz mata, eu digo verde
Ôôôô, a santa cruz
É meu clamor, é minha sede
Samba Enredo 2016 - ¡Dice Mata! Digo Verde. La Naturaleza Viste la Incertidumbre, ¿y el Mañana? (El Clamor de la Floresta)
Resuena un grito de guerra en lo alto de la selva
Auê auê auê
¿Quién disparó esta flecha
En el pecho sagrado de la vida?
Tupã toma la forma de un trueno
Naturaleza en comunión
Contra la fuerza del invasor
Va a tocar el corazón más frío
Por cada palmo de devastación
Nace un brote de amor
La cadena está formada por el bien
Caipora me llamó, ¿curupira va o viene?
¡Lo sabía! No se juega con un pererê
¡Esta tierra tiene magia! ¡Tiene poder!
Savia de la selva de anhangá
Salva mi Dios nuestro hábitat
Brotan las flores, para sanar los dolores del mundo
¿Qué sumaúma me hace raíz?
Sonido de la selva en un solo tambor
Hoja de la matriz más verdeante soy
Hoy nuestra fantasía
Solo no será en vano
Si hay más unión, y menos hipocresía
Ôôô ôôô
Dice mata, yo digo verde
Ôôôô, la santa cruz
Es mi clamor, es mi sed