Samba Enredo 1978 - Céu de Orestes no chão de estrelas
É a vez de um poeta
E os seus versos despertam
Uma grande atenção
E as noites eram suas
As estrelas e a lua
Eram temas pra canção
Jornalista de conceito
Escrevia a respeito
Do Rio onde nasceu
Além de ser patriota
Era um bom carioca
Seu nome o Rio jamais esqueceu
Ele disse que o samba não é branco
Não é preto, é brasileiro
Ele é verde e amarelo
É marcado com pandeiro
O poeta seresteiro
Que São Carlos vem mostrar
Era grande cancioneiro
Quando o samba de terreiro
Era no Estácio de Sá
Saudades da luz de lampião
Da flauta, cavaquinho e violão
Do poema e da prosa
Jamais vamos esquecer Orestes Barbosa
(É a vez de um poeta...)
Samba Enredo 1978 - Céu de Orestes en el suelo de estrellas
Es el turno de un poeta
Y sus versos despiertan
Una gran atención
Y las noches eran suyas
Las estrellas y la luna
Eran temas para la canción
Periodista de renombre
Escribía acerca
Del Río donde nació
Además de ser patriota
Era un buen carioca
Su nombre Río jamás olvidó
Él dijo que el samba no es blanco
No es negro, es brasileño
Es verde y amarillo
Está marcado con pandeiro
El poeta serenatero
Que São Carlos viene a mostrar
Era un gran cantautor
Cuando el samba de terreiro
Era en Estácio de Sá
Nostalgia de la luz de farol
De la flauta, cavaquinho y guitarra
Del poema y la prosa
Nunca vamos a olvidar a Orestes Barbosa
(Es el turno de un poeta...)
Escrita por: Augusto Nunes / Darci Branco / Oswaldo Guedes