Pulsa
Tantas pequenas coisas
Lugares deixados para trás
A memória deixa algo morrer
Os rostos se sucedem
Velocidade, inexpressão
Parecem viver sem nem sentir
Se não há sentido algum, só me dê a mão
Estamos nisso juntos e nada irá mudar
Dancemos, pois, sobre o futuro idealizado
Só é livre aquele que se recusa a sorrir
Me ferir não trouxe paz
A cicatriz sempre quer mais
Em cada segundo
Em cada momento um fim
O que nos resta senão viver?
As ruas são veias
E a multidão apenas pulsa
Em seu silêncio está o por quê!
Se não há sentido algum, só me dê a mão
Estamos nisso juntos e nada irá mudar
Dancemos, pois, sobre o futuro idealizado
Só é livre aquele que se recusa a sorrir
Me ferir não trouxe paz
A cicatriz sempre quer mais
Pulsa
Tantas pequeñas cosas
Lugares dejados atrás
La memoria deja algo morir
Los rostros se suceden
Velocidad, inexpresión
Parecen vivir sin sentir
Si no hay sentido alguno, solo dame la mano
Estamos juntos en esto y nada cambiará
Bailemos, entonces, sobre el futuro idealizado
Solo es libre aquel que se niega a sonreír
Herirme no trajo paz
La cicatriz siempre quiere más
En cada segundo
En cada momento un final
¿Qué nos queda sino vivir?
Las calles son venas
Y la multitud solo pulsa
¡En su silencio está el por qué!
Si no hay sentido alguno, solo dame la mano
Estamos juntos en esto y nada cambiará
Bailemos, entonces, sobre el futuro idealizado
Solo es libre aquel que se niega a sonreír
Herirme no trajo paz
La cicatriz siempre quiere más