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El Mundo Está Raro

Grupo Balacobaco

O Mundo Tá Estranho

A Indonésia embaixo d'água
Ninguém escapa
Nem dava pra saber se era água
Se era lágrima
Do pai chorando, empurrando a filha, vi na TV
De tanto ver me canso
Só que a bela Isa não estava no balanço
Correr pra onde?
Onde se esconde? Aonde? Aonde?

É, o mundo está estranho
Tá tipo pesadelo
Cena de cinema, filme extrangeiro, não!
A terra está tremendo é
Está desmoronando assim
O mar se revoltou, então
A onda está matando
Se tem alguém errado é o ser humano
Tá na contramão da nossa natureza
Ai meu Deus! O que a gente faz?
Se não dá tempo de correr atrás

Tantas Marias perdendo João
Tantos joelhos dobrados ao chão
Balas voando pra lá e pra cá
Gente morrendo sem atirar
Será que foi isso que sonhou João?
A humanidade perdendo seu chão
Vai correr pra onde? Aonde se esconde?
Tantas

(Tantas Marias perdendo João)
(Tantos joelhos dobrados no chão)
(Balas voando pra lá e pra cá)
(Gente morrendo sem atirar)

Será que foi isso que sonhou João?
A humanidade perdendo seu chão
Vai correr pra onde? Aonde se esconde?
Vai correr pra onde?
Balacobaco

É, o mundo está estranho
Tá tipo pesadelo
Cena de cinema, filme extrangeiro, não!
A terra está tremendo é
Está desmoronando assim
O mar se revoltou, então
A onda está matando
Se tem alguém errado é o ser humano
Tá na contramão da nossa natureza
Ai meu Deus! O que a gente faz?
Se não dá tempo de correr atrás

(Tantas Marias perdendo João)
(Tantos joelhos dobrados no chão)
(Balas voando pra lá e pra cá)
(Gente morrendo sem atirar)

Será que foi isso que sonhou João?
A humanidade perdendo seu chão
Vai correr pra onde? Aonde se esconde?

(Tantas Marias perdendo João)
(Tantos joelhos dobrados no chão)
(Balas voando pra lá e pra cá)
(Gente morrendo sem atirar)

Será que foi isso que sonhou João?
A humanidade perdendo seu chão
Vai correr pra onde? Aonde se esconde?
Tantas

Será que foi isso que sonhou João?
A humanidade perdendo seu chão
Vai correr pra onde? Aonde se esconde?

Será que foi isso que sonhou João?
A humanidade perdendo seu chão
Vai correr pra onde? Aonde se esconde?
Vai correr pra onde?

A Indonésia embaixo d'água
Ninguém escapa
Nem dava pra saber se era água
Se era lágrima
Do pai chorando, empurrando a filha, vi na TV
De tanto ver me canso
Só que a bela Isa não estava no balanço
Correr pra onde?
Onde se esconde?

Aí, tá vendo
Intolerância, ignorância
Tanta doença, indiferença
Falta de crença, disse João
A ver grito, clamor, conflito
Tudo consome
Bala, bala, bala não abala fome
Correr pra onde? Onde se esconde?
Pra onde? Aonde?

El Mundo Está Raro

La Indonesia bajo el agua
Nadie se escapa
Ni siquiera se podía saber si era agua
Si era lágrima
Del padre llorando, empujando a su hija, vi en la tele
De tanto ver me canso
Solo que la bella Isa no estaba en el columpio
¿Correr a dónde?
¿Dónde se esconde? ¿A dónde? ¿A dónde?

Sí, el mundo está raro
Es como una pesadilla
Escena de cine, película extranjera, ¡no!
La tierra está temblando, sí
Se está desmoronando así
El mar se ha enfurecido, entonces
La ola está matando
Si hay alguien equivocado es el ser humano
Va en contravía de nuestra naturaleza
¡Ay Dios mío! ¿Qué hacemos?
Si no hay tiempo para correr detrás

Tantas Marias perdiendo a Juan
Tantas rodillas dobladas al suelo
Balas volando de aquí para allá
Gente muriendo sin disparar
¿Será que esto fue lo que soñó Juan?
La humanidad perdiendo su suelo
¿Va a correr a dónde? ¿Dónde se esconde?
Tantas

(Tantas Marias perdiendo a Juan)
(Tantas rodillas dobladas en el suelo)
(Balas volando de aquí para allá)
(Gente muriendo sin disparar)

¿Será que esto fue lo que soñó Juan?
La humanidad perdiendo su suelo
¿Va a correr a dónde? ¿Dónde se esconde?
¿Va a correr a dónde?
Balacobaco

Sí, el mundo está raro
Es como una pesadilla
Escena de cine, película extranjera, ¡no!
La tierra está temblando, sí
Se está desmoronando así
El mar se ha enfurecido, entonces
La ola está matando
Si hay alguien equivocado es el ser humano
Va en contravía de nuestra naturaleza
¡Ay Dios mío! ¿Qué hacemos?
Si no hay tiempo para correr detrás

(Tantas Marias perdiendo a Juan)
(Tantas rodillas dobladas en el suelo)
(Balas volando de aquí para allá)
(Gente muriendo sin disparar)

¿Será que esto fue lo que soñó Juan?
La humanidad perdiendo su suelo
¿Va a correr a dónde? ¿Dónde se esconde?

(Tantas Marias perdiendo a Juan)
(Tantas rodillas dobladas en el suelo)
(Balas volando de aquí para allá)
(Gente muriendo sin disparar)

¿Será que esto fue lo que soñó Juan?
La humanidad perdiendo su suelo
¿Va a correr a dónde? ¿Dónde se esconde?
Tantas

¿Será que esto fue lo que soñó Juan?
La humanidad perdiendo su suelo
¿Va a correr a dónde? ¿Dónde se esconde?

¿Será que esto fue lo que soñó Juan?
La humanidad perdiendo su suelo
¿Va a correr a dónde? ¿Dónde se esconde?
¿Va a correr a dónde?

La Indonesia bajo el agua
Nadie se escapa
Ni siquiera se podía saber si era agua
Si era lágrima
Del padre llorando, empujando a su hija, vi en la tele
De tanto ver me canso
Solo que la bella Isa no estaba en el columpio
¿Correr a dónde?
¿Dónde se esconde?

Ahí, ¿ves?
Intolerancia, ignorancia
Tanta enfermedad, indiferencia
Falta de fe, dijo Juan
A ver gritos, clamores, conflictos
Todo consume
Bala, bala, bala no sacia el hambre
¿Correr a dónde? ¿Dónde se esconde?
¿A dónde? ¿A dónde?

Escrita por: Vinicinho, Jr Itaguaí, Feijão