Valsa Das Primaveras
Laço delicado trançado de seda
Teus lindos cabelos ao vento em açoite
Fazem melodia aos versos que se vão
Mesclando saudade a escuridão da noite
Com teu jeito meigo cruzou meu caminho
Não ando sozinho quando penso em ti
E o meu coração triste e desimportante
Pede pra que eu cante pois te conheci.
Saudade judía e as noites são longas
Domando milongas que eu mesmo escrevi
Trazendo no cheiro mais puro das flores
Meus tantos amores guardados pra ti.
Pelas primaveras do peito tapera
Esta longa espera cala o cantador
Este peão campeiro que ao mirar distância
Se rede em lembranças de ti bela flor
Depois deste inverno te quero comigo
Foi grande o castigo pra quem só te quer
Enfeita o meu rancho nos fins de semana
Mistura pampeana de flor e mulher.
Vals de las Primaveras
Nudo delicado trenzado de seda
Tus hermosos cabellos al viento azotan
Hacen melodía a los versos que se van
Mezclando añoranza con la oscuridad de la noche
Con tu manera dulce cruzaste mi camino
No camino solo cuando pienso en ti
Y mi corazón triste e insignificante
Pide que cante porque te conocí.
Añoranza judía y las noches son largas
Domando milongas que yo mismo escribí
Trayendo en el olor más puro de las flores
Mis tantos amores guardados para ti.
Por las primaveras del pecho abandonado
Esta larga espera calla al cantor
Este peón campero que al mirar la distancia
Se enreda en recuerdos de ti, bella flor
Después de este invierno te quiero conmigo
Fue grande el castigo para quien solo te quiere
Adorna mi rancho en los fines de semana
Mezcla pampeana de flor y mujer.
Escrita por: Eder Oliveira Nativo / Volnei Gomes