Saudade Carga Pesada / Lendário Avô (Acústico)
Saudade, não tem lugar
Não tem dia, não tem hora
Me alcance um mate parceiro
Que eu estou partindo agora
Lá no sul do meu país
Aprendi ser carreteiro
Minha casa um caminhão
Meu irmão caminhoneiro
Faça chuva ou serração
Vou no calor ou no frio
Dirigindo um coração
Nas estradas do Brasil
Eira, eira, eira, eira
Eu vou descer esta serra
Em direção a fronteira
Eira, eira, eira, eira
Esta carga de saudade
Carrego a semana inteira
Das vezes prescinto ao matear
Tua presença no galpão
Os teu arreios, todos aperos
Inté a cordeona de ti me faz recordar
Carne de ovelha, charque bem gordo
De trás da trempe um cepo pra ti descansar
Lembranças de quem tem
Origens pra lembrar
Avô campeiro
Meu galpão é teu altar
Estampa guapa
Velho lendário charrua
Tua história continua
No meu Rio Grande a matear
Saudade Carga Pesada / Abuelo Legendario (Acústico)
Nostalgia, no tiene lugar
No tiene día, no tiene hora
Pásame un mate, amigo
Que me estoy yendo ahora
En el sur de mi país
Aprendí a ser camionero
Mi casa es un camión
Mi hermano es camionero
Llueva o haya neblina
Voy en el calor o en el frío
Conduciendo un corazón
Por las carreteras de Brasil
Eira, eira, eira, eira
Voy a bajar esta sierra
En dirección a la frontera
Eira, eira, eira, eira
Esta carga de nostalgia
La llevo toda la semana
A veces, al tomar mate
Presiento tu presencia en el galpón
Tus arreos, todos listos
Hasta el acordeón me hace recordar de ti
Carne de oveja, charqui bien gordo
Detrás del fogón un tronco para que descanses
Recuerdos de aquellos que tienen
Raíces para recordar
Abuelo campero
Mi galpón es tu altar
Estampa valiente
Viejo legendario gaucho
Tu historia continúa
En mi Rio Grande tomando mate
Escrita por: Régis Marques / Elton Saldanha