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Nostalgia Sin Fronteras

Grupo Rodeio

Saudade Sem Fronteira

Já faz muito tempo, eu me lembro
Quando, lá, deixei os meus velhos pais
Lá longe, na estrada, a figueira
E a velha porteira deixada pra trás

O velho pai de cabelos brancos
E as mãos calejadas do campo lidar
Com choro no rosto, a prenda mais bela
Acenando à janela com seu doce olhar

Porque a saudade não tem fronteira
Vem a lembrança dos meus tempos de piá
E a prendinha que deixei sozinha
Está esperando pra quando eu voltar

Porque a saudade não tem fronteira
Vem a lembrança dos meus tempos de piá
E a prendinha que deixei sozinha
Está esperando pra quando eu voltar

Já faz muito tempo, eu me lembro
Quando, lá, deixei os meus velhos pais
Lá longe, na estrada, a figueira
E a velha porteira deixada pra trás

O velho pai de cabelos brancos
E as mãos calejadas do campo lidar
O choro no rosto, a prenda mais bela
Acenando à janela com seu doce olhar

Porque a saudade não tem fronteira
Vem as lembranças dos meus tempos de piá
E a prendinha que deixei sozinha
Está esperando pra quando eu voltar

Porque a saudade não tem fronteira
Vem as lembranças dos meus tempos de piá
E a prendinha que deixei sozinha
Está esperando pra quando eu voltar

Porque a saudade não tem fronteira
Vem a lembrança dos meus tempos de piá
E a prendinha que deixei sozinha
Está esperando pra quando eu voltar

Porque a saudade não tem fronteira
Vem a lembrança dos meus tempos de piá
E a prendinha que deixei sozinha
Está esperando pra quando eu voltar

Nostalgia Sin Fronteras

Hace mucho tiempo, recuerdo
Cuando dejé a mis viejos padres allá
Lejos, en el camino, el higueral
Y la vieja tranquera que quedó atrás

El viejo padre de cabellos blancos
Y las manos curtidas por el trabajo del campo
Con lágrimas en el rostro, la prenda más hermosa
Aguantando en la ventana con su dulce mirar

Porque la nostalgia no tiene fronteras
Viene el recuerdo de mis tiempos de niño
Y la niñita que dejé solita
Está esperando para cuando regrese

Porque la nostalgia no tiene fronteras
Viene el recuerdo de mis tiempos de niño
Y la niñita que dejé solita
Está esperando para cuando regrese

Hace mucho tiempo, recuerdo
Cuando dejé a mis viejos padres allá
Lejos, en el camino, el higueral
Y la vieja tranquera que quedó atrás

El viejo padre de cabellos blancos
Y las manos curtidas por el trabajo del campo
Las lágrimas en el rostro, la prenda más hermosa
Aguantando en la ventana con su dulce mirar

Porque la nostalgia no tiene fronteras
Vienen los recuerdos de mis tiempos de niño
Y la niñita que dejé solita
Está esperando para cuando regrese

Porque la nostalgia no tiene fronteras
Vienen los recuerdos de mis tiempos de niño
Y la niñita que dejé solita
Está esperando para cuando regrese

Porque la nostalgia no tiene fronteras
Viene el recuerdo de mis tiempos de niño
Y la niñita que dejé solita
Está esperando para cuando regrese

Porque la nostalgia no tiene fronteras
Viene el recuerdo de mis tiempos de niño
Y la niñita que dejé solita
Está esperando para cuando regrese

Escrita por: Rony Kobczinski