Quem Ama Não Mata
Encontrei minha mulher com seu amante
Na minha cama, com meu pijama de bolinhas
E gritei: Alto lá seu cafajeste!
Pode ser que ela não preste, mas o pijama é meu
Foi a minha mãe quem deu
Mamãe, mamãe, venha ver a sua nora
Ela sempre me ignora
Depois grita o dia inteiro
Só pra me deixar cabreiro
Eu vou dar pro tintureiro, eu vou dar pro leiteiro
Eu vou dar pro padeiro
Quando vi mulher naquela pose
Eu dei um close, depois não pude me conter
Seu amante, pendurei-o num cabide
Para evitar o revide que pudesse ocorrer
Mamãe, mamãe, e agora?
Sua nora eu afoguei lá no bidê
Agora, ela fica resmungando
E as vezes, borbulhando, ainda ouço ela dizer
Eu vou dar pro encanador (glub, glub, glub)
Eu vou dar pro encanador (glub, glub, glub)
Quien ama no mata
Conocí a mi esposa con su amante
En mi cama, en mi pijama de lunares
Y yo grité, «¡Espera, bastardo!
Puede que no sea buena, pero el pijama es mío
Fue mi madre quien dio
Mami, mami, ven a ver a tu nuera
Siempre me ignora
Entonces gritas todo el día
Sólo para hacerme sentir bien
Se lo daré a la tintorería, se lo daré al lechero
Se lo daré al panadero
Cuando vi a una mujer en esa pose
Me acerqué y luego no pude evitarlo
Tu amante, lo colgué en una percha
Para evitar las represalias que puedan ocurrir
Mami, mami, ¿ahora qué?
Tu nuera me ahogué en el bidé
Ahora ella sigue quejándose
Y a veces, burbujeando, todavía la oigo decir
Se lo daré al fontanero (glub, glub, glub)
Se lo daré al fontanero (glub, glub, glub)
Escrita por: Guca Domenico