Mãe do Rio
Dança cirandeira
Não, não, não dá mole não
Requebra as cadeiras
E faz assim com a mão
Dança cirandeiro
Não, não, não dá mole não
Segue o ritmo da tocada
E sai do chão
Disseram que lá no Amazonas
Na terra das Amazonas
Tudo pode acontecer
O banzeiro invade a embarcação
Catinga de podre e pitiu
É boitatá, é boiuna, é assombração, é sucuriju
Seu Manelinho disse que já viu
O animal aparecer
É jibóia, é coral, é crendice, é tuluperê
Cobra-grande, a mãe do rio
Alaga até igara-açu
É sucuriju, é papagaio, arrepio, é boi-açu
Madre del Río
Baila la ronda
No, no, no te descuides
Mueve las caderas
Y hazlo así con la mano
Baila el rondero
No, no, no te descuides
Sigue el ritmo de la música
Y levántate del suelo
Dicen que allá en el Amazonas
En la tierra de las Amazonas
Todo puede suceder
El remolino invade la embarcación
Olor a podrido y pitiú
Es boitatá, es boiuna, es aparición, es sucuriju
Don Manelinho dijo que ya lo vio
El animal aparecer
Es boa, es coral, es superstición, es tuluperê
Cobra grande, la madre del río
Inunda hasta el igara-açu
Es sucuriju, es papagayo, escalofrío, es boi-açu
Escrita por: Lurden Clay Monteiro / Paulo Roberto