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La Selva de Donde Vengo

Guilherme Arantes

A Mata de Onde Eu Vim

As mãos na terra são como raízes
Sementes são regadas com suor
Nas veias corre a seiva da floresta
Onde vão as trilhas de volta
Pra mata de onde eu vim...
A mata de onde eu vim...

Agora eu sei reconstruir em dobro
As coisas que eu mato pra viver
Agora eu sinto não estar sozinho
Onde vão as trilhas de volta
Pra mata de onde eu vim...
A mata de onde eu vim...

Quero poder ensinar os filhos
E cultivar o jardim que há dentro de nós
Como uma estrela lançar grãozinhos
Na criação do mundo.

É fácil estancar esse deserto
Porque a morte é só uma ilusão
A vida é uma tendência, um rumo certo
Onde vão as trilhas de volta
Pra mata de onde eu vim...
A mata de onde eu vim...

Quero poder aprender com os índios
E cultivar o jardim que há dentro de nós
Como uma estrela espalhar grãozinhos
Na criação do mundo

La Selva de Donde Vengo

Las manos en la tierra son como raíces
Las semillas son regadas con sudor
En las venas corre la savia del bosque
Donde van los senderos de regreso
A la selva de donde vengo...
La selva de donde vengo...

Ahora sé reconstruir el doble
Las cosas que mato para vivir
Ahora siento no estar solo
Donde van los senderos de regreso
A la selva de donde vengo...
La selva de donde vengo...

Quiero poder enseñar a los hijos
Y cultivar el jardín que hay dentro de nosotros
Como una estrella lanzar granitos
En la creación del mundo.

Es fácil detener este desierto
Porque la muerte es solo una ilusión
La vida es una tendencia, un rumbo seguro
Donde van los senderos de regreso
A la selva de donde vengo...
La selva de donde vengo...

Quiero poder aprender de los indígenas
Y cultivar el jardín que hay dentro de nosotros
Como una estrella esparcir granitos
En la creación del mundo

Escrita por: Guilherme Arantes