Canção de Amor de Valentino
Eu ainda lembro como era feliz
Tinha a garota que eu sempre quis
Tudo era perfeito como em um conto de fadas
Arroz e feijão, nosso amor era a salada
De domingo a gente saía por aí
Eu sempre pagava um sorvete de açaí
A gente andava de mãos-dadas, bonitinho
Você me fez gostar da vida de casalzinho
Até a bebida ela me fez diminuir
Depois disso eu parei de beber até cair
E a minha barba ela pediu pra eu tirar
Como gesto de amor, tirei só pra te provar
Tudo estava lindo, até que chegou um dia
Quando a esmola é muita o santo sempre desconfia
Aquela desculpa tão velha quanto o vento
‘eu gosto de você, mas acho que quero um tempo...’
Essa é a desculpa que eu mais tenho ódio
‘desculpa amor, mas quem dá tempo é relógio...’
Ela me chutou sem motivo algum
Meu mundo desabou e eu voltei a ser bebum
E hoje eu escrevo essa canção de amor
Sobre essa garota que me usou e me chutou
Ainda gosto dela e quero que seja feliz
Só que eu não pretendo tomar de novo no nariz
Canción de Amor de Valentino
Todavía recuerdo lo feliz que era
Tenía a la chica que siempre quise
Todo era perfecto como en un cuento de hadas
Arroz y frijoles, nuestro amor era la ensalada
Los domingos salíamos por ahí
Siempre compraba un helado de açaí
Íbamos de la mano, bonito
Me hiciste disfrutar la vida de pareja
Incluso me hizo reducir la bebida
Después de eso dejé de beber hasta caer
Y me pidió que me afeitara la barba
Como gesto de amor, solo me afeité para demostrártelo
Todo era hermoso, hasta que llegó un día
Cuando la limosna es mucha, el santo siempre desconfía
Esa excusa tan vieja como el viento
'¡Me gustas, pero creo que necesito tiempo!'
Esa es la excusa que más odio
'Perdón amor, pero el que da tiempo es el reloj...'
Me dejó sin motivo alguno
Mi mundo se derrumbó y volví a ser un borracho
Y hoy escribo esta canción de amor
Sobre esa chica que me usó y me dejó
Todavía me gusta y quiero que sea feliz
Pero no pienso volver a ser engañado
Escrita por: Guilherme Valentino