Jogo de Bimba
No dia que eu amanheço
Dentro da minha bandolinha
Homem não monta cavalo nem mulher deita galinha
As freira que tão rezando esqueceram a ladainha
Zum, zum, zum, zum
Capoeira mata um
Zum, zum, zum, zum
No terreiro fica um
A Iúna é mandingueira
Quando tá no bebedouro
Foi sabida e é ligeira
Mas capoeira matou (e fez!)
Zum, zum, zum, zum
Capoeira mata um
Zum, zum, zum, zum
No terreiro fica um
Oração de braço forte
Oração de São Matheus
Pro cemitério vão os ossos
Serão seus ossos e não os meus
Zum, zum, zum, zum
Capoeira mata um
Zum, zum, zum, zum
No terreiro fica um
No sábado eu nasci
No domingo eu me criei
E quando chegou a segunda
Capoeira eu joguei
Zum, zum, zum, zum
Capoeira mata um
Zum, zum, zum, zum
No terreiro fica um
Juego de Bimba
En el día que amanezco
Dentro de mi bandolín
Hombre no monta caballo ni mujer se acuesta gallina
Las monjas que rezan olvidaron la letanía
Zum, zum, zum, zum
Capoeira mata a uno
Zum, zum, zum, zum
En el patio queda uno
La Iúna es astuta
Cuando está en el abrevadero
Fue sabia y es veloz
Pero la capoeira mató (¡y lo hizo!)
Zum, zum, zum, zum
Capoeira mata a uno
Zum, zum, zum, zum
En el patio queda uno
Oración de brazo fuerte
Oración de San Mateo
Al cementerio van los huesos
Serán tus huesos y no los míos
Zum, zum, zum, zum
Capoeira mata a uno
Zum, zum, zum, zum
En el patio queda uno
Nací un sábado
Me crié un domingo
Y cuando llegó el lunes
Jugué capoeira
Zum, zum, zum, zum
Capoeira mata a uno
Zum, zum, zum, zum
En el patio queda uno