M
Uma brisa quente, desconfortável
Penetra as janelas, me revira as entranhas
Tua silhueta desconfortável
Dança em meus olhos, em meus olhos fechados
Às vezes, nas vezes mais improváveis
Às vezes, no calor das noites de verão
Às vezes, nas frias manhãs de inverno
O vento traz de volta o que eu queria esquecer
E quando cai a noite, as cortinas se tornam monstros
À noite, a cama é um deserto frio
E quando cai a noite, as cortinas se tornam monstros
À noite, a cama é um deserto frio
Desta vez, não há depois, não há depois
Nem talvez para nós dois, para nós dois
Desta vez, o tempo não se esconde em nenhum lugar
Esse mês
Nunca irá passar
M
Una brisa caliente, incómoda
Penetra las ventanas, me revuelve las entrañas
Tu silueta incómoda
Baila en mis ojos, en mis ojos cerrados
A veces, en las ocasiones más improbables
A veces, en el calor de las noches de verano
A veces, en las frías mañanas de invierno
El viento trae de vuelta lo que quería olvidar
Y cuando cae la noche, las cortinas se vuelven monstruos
De noche, la cama es un desierto frío
Y cuando cae la noche, las cortinas se vuelven monstruos
De noche, la cama es un desierto frío
Esta vez, no hay después, no hay después
Ni tal vez para nosotros dos, para nosotros dos
Esta vez, el tiempo no se esconde en ningún lugar
Este mes
Nunca va a pasar
Escrita por: Thiago Halleck