Não Me Apresse Pro Amanhã
Já nem lembro, quando eu te conheci
O acaso dessa vida fez você chegar aqui
Eu bem que tento, te esquecer, deixar pra lá
Mas você moça esperta, sabe como me fisgar
Eu conheço o seu jogo, você quer é me culpar
Me amedronta, me preocupa, para eu não te abandonar
Me questiona sobre a vida, não encontro uma resposta
To na tua armadilha, do jeito que você gosta
Vou te dizer as vezes canso de você
Você faz a minha olheira aparecer
Mas sem você talvez eu não escreveria
Amor e ódio que definem nossos dias
An, an, disse que vinha a noite e ficou até de manhã
An, an, iêê
An, an, disse que vinha a noite e ficou até de manhã
An, an, iêê
Já nem lembro, quando eu te conheci
O acaso dessa vida fez você chegar aqui
Eu bem que tento, te esquecer, deixar pra lá
Mas você moça esperta, sabe como me fisgar
Eu conheço o seu jogo, você quer é me culpar
Me amedronta, me preocupa, para eu não te abandonar
Me questiona sobre a vida, não encontro uma resposta
To na tua armadilha, do jeito que você gosta
Vou te dizer as vezes canso de você
Você faz a minha olheira aparecer
Mas sem você talvez eu não escreveria
Amor e ódio que definem nossos dias
An, an, deixe eu viver o hoje não me apresse pro amanhã
An, an, iêê
An, an, deixe eu viver o hoje não me apresse pro amanhã
An, an, iêê
Não me apresse pro amanhã
No me apures para mañana
Ya ni recuerdo, cuando te conocí
El azar de esta vida te trajo aquí
Intento olvidarte, dejarlo pasar
Pero tú, chica astuta, sabes cómo engancharme
Conozco tu juego, lo que quieres es culparme
Me asustas, me preocupas, para que no te abandone
Me cuestionas sobre la vida, no encuentro respuesta
Estoy en tu trampa, como a ti te gusta
Te diré que a veces me canso de ti
Haces que me salgan ojeras
Pero quizás sin ti no escribiría
Amor y odio definen nuestros días
An, an, dijiste que vendrías por la noche y te quedaste hasta la mañana
An, an, iêê
An, an, dijiste que vendrías por la noche y te quedaste hasta la mañana
An, an, iêê
Ya ni recuerdo, cuando te conocí
El azar de esta vida te trajo aquí
Intento olvidarte, dejarlo pasar
Pero tú, chica astuta, sabes cómo engancharme
Conozco tu juego, lo que quieres es culparme
Me asustas, me preocupas, para que no te abandone
Me cuestionas sobre la vida, no encuentro respuesta
Estoy en tu trampa, como a ti te gusta
Te diré que a veces me canso de ti
Haces que me salgan ojeras
Pero quizás sin ti no escribiría
Amor y odio definen nuestros días
An, an, déjame vivir el hoy, no me apures para mañana
An, an, iêê
An, an, déjame vivir el hoy, no me apures para mañana
An, an, iêê
No me apures para mañana
Escrita por: Harry Andrade