395px

No me apures para mañana

Harry Andrade

Não Me Apresse Pro Amanhã

Já nem lembro, quando eu te conheci
O acaso dessa vida fez você chegar aqui
Eu bem que tento, te esquecer, deixar pra lá
Mas você moça esperta, sabe como me fisgar

Eu conheço o seu jogo, você quer é me culpar
Me amedronta, me preocupa, para eu não te abandonar
Me questiona sobre a vida, não encontro uma resposta
To na tua armadilha, do jeito que você gosta

Vou te dizer as vezes canso de você
Você faz a minha olheira aparecer
Mas sem você talvez eu não escreveria
Amor e ódio que definem nossos dias

An, an, disse que vinha a noite e ficou até de manhã
An, an, iêê
An, an, disse que vinha a noite e ficou até de manhã
An, an, iêê

Já nem lembro, quando eu te conheci
O acaso dessa vida fez você chegar aqui
Eu bem que tento, te esquecer, deixar pra lá
Mas você moça esperta, sabe como me fisgar

Eu conheço o seu jogo, você quer é me culpar
Me amedronta, me preocupa, para eu não te abandonar
Me questiona sobre a vida, não encontro uma resposta
To na tua armadilha, do jeito que você gosta

Vou te dizer as vezes canso de você
Você faz a minha olheira aparecer
Mas sem você talvez eu não escreveria
Amor e ódio que definem nossos dias

An, an, deixe eu viver o hoje não me apresse pro amanhã
An, an, iêê
An, an, deixe eu viver o hoje não me apresse pro amanhã
An, an, iêê
Não me apresse pro amanhã

No me apures para mañana

Ya ni recuerdo, cuando te conocí
El azar de esta vida te trajo aquí
Intento olvidarte, dejarlo pasar
Pero tú, chica astuta, sabes cómo engancharme

Conozco tu juego, lo que quieres es culparme
Me asustas, me preocupas, para que no te abandone
Me cuestionas sobre la vida, no encuentro respuesta
Estoy en tu trampa, como a ti te gusta

Te diré que a veces me canso de ti
Haces que me salgan ojeras
Pero quizás sin ti no escribiría
Amor y odio definen nuestros días

An, an, dijiste que vendrías por la noche y te quedaste hasta la mañana
An, an, iêê
An, an, dijiste que vendrías por la noche y te quedaste hasta la mañana
An, an, iêê

Ya ni recuerdo, cuando te conocí
El azar de esta vida te trajo aquí
Intento olvidarte, dejarlo pasar
Pero tú, chica astuta, sabes cómo engancharme

Conozco tu juego, lo que quieres es culparme
Me asustas, me preocupas, para que no te abandone
Me cuestionas sobre la vida, no encuentro respuesta
Estoy en tu trampa, como a ti te gusta

Te diré que a veces me canso de ti
Haces que me salgan ojeras
Pero quizás sin ti no escribiría
Amor y odio definen nuestros días

An, an, déjame vivir el hoy, no me apures para mañana
An, an, iêê
An, an, déjame vivir el hoy, no me apures para mañana
An, an, iêê
No me apures para mañana

Escrita por: Harry Andrade