Confessional
E sempre que te falo nunca podes me ouvir...
Quantas vezes trago um sorriso pra encobrir o silêncio?
E o que ficou do silêncio? apenas pedaços de mim pelo chão...
E eu me vou...
Palavras, atos e omissões...
Não tem pra que se desculpar!
O perdão não lhe retira a avidez em me humilhar
Ninguém sabe, ninguém viu! quem ousaria se envolver?
Implacável rejeição, é o que eles têm pra oferecer.
Vá em frente, essa é a sua vez!
Pouco importa o que ele te fez!
Companheira solidão, eis o teu eterno par!
Entre livros e cadernos é que jaz o meu altar...
Um zero à esquerda, um zé qualquer!
Você nem mede a aflição
Destes olhos que te imploram um momento de atenção
Vou em frente, essa é a minha vez!
Pouco importa o que vão dizer!
E tentarão me derrubar
Essa história eu já sei...
E tentarão me retirar
A luta, a glória...
Pro seu azar
A derrota não venceu...
Começou a minha redenção...
O meu pesar...
A vitória não perdeu
Transformou um homem que se enxerga campeão!
Confesionario
Y cada vez que te hablo, nunca puedes escucharme...
¿Cuántas veces traigo una sonrisa para ocultar el silencio?
¿Y qué quedó del silencio? solo pedazos de mí por el suelo...
Y me voy...
Palabras, actos y omisiones...
¡No hay necesidad de disculparse!
El perdón no te quita la avidez de humillarme
¡Nadie sabe, nadie vio! ¿quién se atrevería a involucrarse?
Rechazo implacable, es lo que tienen para ofrecer.
¡Adelante, esta es tu oportunidad!
¡Poco importa lo que él te hizo!
Compañera soledad, aquí está tu eterno compañero!
Entre libros y cuadernos es donde yace mi altar...
Un cero a la izquierda, un don nadie!
Tú ni siquiera mides la angustia
De estos ojos que te suplican un momento de atención
¡Voy adelante, esta es mi oportunidad!
¡Poco importa lo que vayan a decir!
Y tratarán de derribarme
Esta historia ya la conozco...
Y tratarán de quitarme
La lucha, la gloria...
Para tu desgracia
La derrota no ganó...
Comenzó mi redención...
Mi pesar...
La victoria no perdió
¡Transformó a un hombre que se ve como campeón!
Escrita por: Diogo Egypto