Ressurreição dos Velhos Carnavais
Os clarins estão relembrando
Os nossos velhos carnavais
Arlequins sensuais
Amam Colombinas de pompons grenás
Passam na visão dos meus sonhos
Os pierrôs tão tristonhos
A tocar bandolins entre ais
Implorando em vão
A ressurreição
Desses carnavais
Vem, vem, vem Colombina sonhar
Vem, vem, que Pierrô vive a chorar
Com ansiedade, triste Pierrô
Se transformou em saudade
Vem, vem, vem Arlequim
Que a tua sina era adorar a Colombina
Dos carnavais que não voltam mais
(Vem, vem, vem Colombina sonhar
Vem, vem, que Pierrô vive a chorar
Com ansiedade, triste Pierrô
Se transformou em saudade)
Vem, vem, vem Arlequim
Que a tua sina era adorar a Colombina
Dos carnavais que não voltam mais
(Dos carnavais que não voltam mais
Dos carnavais que não voltam mais
Dos carnavais que não voltam mais)
Resurrección de los Viejos Carnavales
Los clarines están recordando
Nuestros viejos carnavales
Arlequines sensuales
Aman a Colombinas de pompones granates
Pasan en la visión de mis sueños
Los pierrots tan tristes
Tocando bandolinas entre gemidos
Implorando en vano
La resurrección
De esos carnavales
Ven, ven, ven Colombina a soñar
Ven, ven, que Pierrot vive llorando
Con ansiedad, triste Pierrot
Se transformó en nostalgia
Ven, ven, ven Arlequín
Que tu destino era adorar a Colombina
De los carnavales que no vuelven más
(Ven, ven, ven Colombina a soñar
Ven, ven, que Pierrot vive llorando
Con ansiedad, triste Pierrot
Se transformó en nostalgia)
Ven, ven, ven Arlequín
Que tu destino era adorar a Colombina
De los carnavales que no vuelven más
(De los carnavales que no vuelven más
De los carnavales que no vuelven más
De los carnavales que no vuelven más)
Escrita por: Lamartine Babo