Cuyaba Tango
Bombeia o músculo
Que nem uma vez descansa
Que nem quando criança descansa
Só busca em algo ou alguém
Não ouso respirar
Cruzando esquinas da velha cuyaba
Lembro carícias junto ao fogão
Dormiam teus pés em minhas mãos
Quando eu parti
Quem irrigava o meu caminho era você
E essa distância feito um ladrão
Me levou teu sexo e o teu rio
Mas hoje eu senti
Nesse tenso amanhecer o teu clarão
Pois é hoje, todos os barcos saberão
Eu voltei!
Ao músculo que nem uma vez descansa
Tango de Cuyaba
Bombea el músculo
Que nunca descansa
Que ni cuando era niño descansa
Solo busca en algo o alguien
No me atrevo a respirar
Cruzando esquinas de la vieja Cuyaba
Recuerdo caricias junto al fogón
Tus pies dormían en mis manos
Cuando me fui
Quien regaba mi camino eras tú
Y esta distancia como un ladrón
Se llevó tu sexo y tu río
Pero hoy sentí
En este tenso amanecer tu resplandor
Porque hoy, todos los barcos sabrán
¡He vuelto!
Al músculo que nunca descansa
Escrita por: Helio Flanders, Arthur de Faria