Laços de Redenção - Thorfinn (Vinland Saga)
Eu costumava estar
Do lado errado das espadas
Espreitava em meio às sombras
À espera da guarda baixar
Eu costumava usar
As minhas mãos para a glória
Para queimar sonhos que agora
Em meus pesadelos, vem me atormentar
Eu sei, eu sei
O que mais tenho agora é tempo
Pra reconhecer o grande peso
Que carrego aqui
Os golpes do machado
Fazem-me voltar àquele tempo e lugar
Vejo o abismo, então, se abrir pra me mostrar
Que não
Não estou só, não!
Papai, você sempre foi meu farol
E eu posso, sim
Posso viver, pois você morreu por mim
E agora, enfim, você vive, vive em mim
Mas eu sou igual os monstros
Que destruíram sua vida
Eu, uma alma perdida
Uma casca vazia
Se um dia as lâminas falavam
Hoje me calo por compaixão
Onde abundou a vingança
Que transborde o perdão
Eu renasci do fogo
E das águas
Já não tenho mais
O que um dia me pertenceu
Eu tenho saudades de casa
Eu quero acordar, eu quero acordar
Naquela terra sem escravidão
Onde não chegou nenhuma guerra
E todos dirão as sábias palavras
Que em mim gravei
Amai os vossos inimigos
E lhes façam o bem
Mas longe no oeste
Há uma voz além do mar
Que me convida a voltar
Não estou só, não!
Papai, você sempre foi meu farol
E eu posso, sim
Posso viver, pois você morreu por mim
E agora, enfim, você vive, vive em mim
Meu pai, você vive em mim
E já não tenho mais inimigos
Eu não tenho inimigos
Não tenho inimigos
Eu não tenho inimigos
Não mais!
Não tenho inimigos
Eu não tenho inimigos
Porque você vive em mim!
Laços de Redención - Thorfinn (Vinland Saga)
Solía estar
Del lado equivocado de las espadas
Acechando entre las sombras
Esperando que la guardia bajara
Solía usar
Mis manos para la gloria
Para quemar sueños que ahora
En mis pesadillas, vienen a atormentarme
Sé, sé
Lo que más tengo ahora es tiempo
Para reconocer el gran peso
Que cargo aquí
Los golpes del hacha
Me hacen volver a aquel tiempo y lugar
Veo el abismo, entonces, abrirse para mostrarme
Que no
No estoy solo, ¡no!
Papá, siempre fuiste mi faro
Y puedo, sí
Puedo vivir, porque tú moriste por mí
Y ahora, por fin, vives, vives en mí
Pero soy igual que los monstruos
Que destruyeron tu vida
Yo, un alma perdida
Una cáscara vacía
Si un día las hojas hablaban
Hoy me callo por compasión
Donde abundó la venganza
Que sobreabunde el perdón
Renací del fuego
Y de las aguas
Ya no tengo más
Lo que un día me perteneció
Extraño mi hogar
Quiero despertar, quiero despertar
En esa tierra sin esclavitud
Donde no llegó ninguna guerra
Y todos dirán las sabias palabras
Que en mí grabé
Amad a vuestros enemigos
Y hacedles el bien
Pero lejos en el oeste
Hay una voz más allá del mar
Que me invita a volver
No estoy solo, ¡no!
Papá, siempre fuiste mi faro
Y puedo, sí
Puedo vivir, porque tú moriste por mí
Y ahora, por fin, vives, vives en mí
Papá, vives en mí
Y ya no tengo más enemigos
No tengo enemigos
No tengo enemigos
No tengo enemigos
¡No más!
No tengo enemigos
No tengo enemigos
¡Porque tú vives en mí!
Escrita por: Henrique Mendonça