Canção Universal da Esperança Em Portugal
Pessoas novas e velhas
Vamos todos dar as mãos
E fazer como as abelhas
Quando encontram os zangãos
E tal como os passarinhos
Com as suas passarinhas
Nós faremos nossos ninhos
E teremos criancinhas
Crianças
Ternas pássaras de esperança
Esvoaçando no horizonte
Onde o Sol se põe por detrás do monte
Em cada entardecer nostálgico e dolente
Uma vida, uma vida que não traz só amarguras
Porque há que manter acesa a luz da esperança
Mais longe que a lonjura que se alcança
Brilhando no olhar de uma criança
Na chama incandescente da verosimilhança
Crianças novas e velhas
Vamos todos dar as mãos
E fazer como as abelhas
Quando encontram os zangãos
E tal como os passarinhos
Com as suas passarinhas
Nós faremos nossos ninhos
E teremos criancinhas
Criancinhas
Desenhando o futuro em cada grito
E um pássaro rumando ao infinito
Quantas vezes terá ficado aflito
Ao sentir o cheiro a passarinho frito?
Frito?
Às vezes dou por mim em pensamentos
Conceitos que espalhei aos quatro ventos
Palavras por inventar na palma da minha mão
Raízes, seiva, tronco que trago nesta canção
Um hino à paz, ao amor, à fraternidade e à Esperança
À Maria, à Deolinda, à Antónia
E a ti também meu irmão
Pessoas novas e velhas
Vamos todos dar as mãos
E fazer como as abelhas
Quando encontram os zangãos
E tal como os passarinhos
Com as suas passarinhas
Nós faremos nossos ninhos
E teremos criancinhas
(Meus amigos)
(Vamos dar as mãos com muita força)
(E vamos pensar, pensar)
(Para que o próximo ano seja um ano de paz e de luz)
(Não às bombas Antónias)
(Não aos Alocáusticos)
(Não, não queremos silos nos nossos campos)
(Muita forcinha)
(Tudo a cantar em lalala comigo)
Canción Universal de la Esperanza en América Latina
Gente nueva y vieja
Vamos todos a unir nuestras manos
Y hacer como las abejas
Cuando encuentran a los zánganos
Y así como los pajaritos
Con sus pajaritas
Haremos nuestros nidos
Y tendremos niñitos
Niños
Ternuras llenas de esperanza
Revoloteando en el horizonte
Donde el Sol se oculta tras la montaña
En cada atardecer nostálgico y doliente
Una vida, una vida que no solo trae amarguras
Porque hay que mantener encendida la luz de la esperanza
Más allá de la lejanía que se alcanza
Brillando en la mirada de un niño
En la llama incandescente de la verosimilitud
Niños nuevos y viejos
Vamos todos a unir nuestras manos
Y hacer como las abejas
Cuando encuentran a los zánganos
Y así como los pajaritos
Con sus pajaritas
Haremos nuestros nidos
Y tendremos niñitos
Niñitos
Dibujando el futuro en cada grito
Y un pájaro volando hacia el infinito
¿Cuántas veces habrá estado afligido
Al sentir el olor a pajarito frito?
¿Frito?
A veces me encuentro en pensamientos
Conceptos que esparcí a los cuatro vientos
Palabras por inventar en la palma de mi mano
Raíces, savia, tronco que traigo en esta canción
Un himno a la paz, al amor, a la fraternidad y a la Esperanza
A María, a Deolinda, a Antonia
Y a ti también, hermano mío
Gente nueva y vieja
Vamos todos a unir nuestras manos
Y hacer como las abejas
Cuando encuentran a los zánganos
Y así como los pajaritos
Con sus pajaritas
Haremos nuestros nidos
Y tendremos niñitos
(Mis amigos)
(Vamos a unir nuestras manos con mucha fuerza)
(Y vamos a pensar, pensar)
(Para que el próximo año sea un año de paz y de luz)
(No a las bombas, Antonia)
(No a los Alocáusticos)
(No, no queremos silos en nuestros campos)
(Mucha fuerza)
(Todo a cantar en lalala conmigo)