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Recién

Hidrocor

Recém

Como era de se esperar
De uma canção feita em bar
Já dava até pra saber
Que eu pra lá, pra cá, você
Eu de par com outra menina
Cê com data pra se casar
E eu sem crer
Que o teu aceito
Vai prum sujeito sem... barba
Que o teu sim
Não... pra mim.

Como era de se esperar
Eu não pude esperar
Como era de se esperar
Eu não pude esperar
Como era de se esperar
Eu não pude esperar
Como era de se esperar
Eu não pude te esperar

Corri o mais rápido que deu
Não alcancei o seu carro
Mas eu vi presas com barbantes, as latas
A baterem no chão
E fazerem um som de recém-casados
De refém, de cumplicidade
E um punhado de arroz
Na palma da minha mão
Fecho o punho e solto no chão

Como era de se esperar
Cê não pôde esperar
Como era de se esperar
Cê não pôde esperar
Como era de se esperar
Cê não pôde me esperar

Recién

Como era de esperarse
De una canción hecha en el bar
Ya daba hasta para saber
Que yo de aquí para allá, tú
Yo con otra chica
Tú con fecha para casarte
Y yo sin creer
Que tu aceptación
Va para un tipo sin... barba
Que tu sí
No... para mí.

Como era de esperarse
Yo no pude esperar
Como era de esperarse
Yo no pude esperar
Como era de esperarse
Yo no pude esperar
Como era de esperarse
Yo no pude esperarte

Corrí lo más rápido que pude
No alcancé tu auto
Pero vi presas con hilos, las latas
Golpeando el suelo
Y haciendo un sonido de recién casados
De rehén, de complicidad
Y un puñado de arroz
En la palma de mi mano
Cierro el puño y lo suelto en el suelo

Como era de esperarse
Tú no pudiste esperar
Como era de esperarse
Tú no pudiste esperar
Como era de esperarse
Tú no pudiste esperarme

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