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Himno de Carnaubeira da Penha - PE

Hinos de Cidades

Hino de Carnaubeira da Penha - PE

Surgiu uma cidade entre serras,
Entre palmeiras chamada Carnaubeira.
Esta planta deu origem a nossa terra,
Carnaubeira! De um povo hospitaleiro.

Resplandece a paz em nosso meio,
Com o calor deste sol que nos abriga. Refrão
Salve ó terra! Que nos acolheu,
Jamais um filho, te esquece, ó mãe querida.

A ti saudamos nossa mãe acolhedora,
Carnaubeira, nosso berço abrasador.
A ti louvamos mãe santa, protetora,
Senhora da Penha, de milagres consagrou.

Com a bravura te defendo, ó terra amada,
Como Herói resistente e incansável.
Teu povo varonil, que hoje branda,
Este hino de gloria, a ti louvável.

Terra santa, agora se exaltou,
Graças aos filhos autênticos, fortes.
Por amor, esta homenagem nos legou,
Com honra, estamos triunfantes.

Eis aqui, todos nós a ti cantar,
Cidade santa, abençoada por deus.
Seio do nosso primeiro lar,
De coração, agradece aos filhos teus.

Solo gigantesco, que nos congratulou,
Mãe sofrida, que no passado sonhou.
Ó terra querida! Hoje a realidade,
È por te chamar: LIBERDADE! LIBERDADE!

Himno de Carnaubeira da Penha - PE

Surge una ciudad entre montañas,
Entre palmeras llamada Carnaubeira.
Esta planta dio origen a nuestra tierra,
Carnaubeira, de un pueblo hospitalario.

Resplandece la paz en nuestro medio,
Con el calor de este sol que nos cobija. Refrán
¡Salve oh tierra! Que nos acogió,
Ningún hijo, te olvida, oh madre querida.

A ti saludamos nuestra madre acogedora,
Carnaubeira, nuestra cuna ardiente.
A ti alabamos madre santa, protectora,
Señora de la Penha, de milagros consagró.

Con valentía te defiendo, oh tierra amada,
Como héroe resistente e incansable.
Tu pueblo varonil, que hoy blandea,
Este himno de gloria, a ti loable.

Tierra santa, ahora se exaltó,
Gracias a los hijos auténticos, fuertes.
Por amor, este homenaje nos legó,
Con honor, estamos triunfantes.

Aquí estamos, todos a cantarte,
Ciudad santa, bendecida por Dios.
Seno de nuestro primer hogar,
De corazón, agradece a tus hijos.

Suelo gigantesco, que nos congratuló,
Madre sufrida, que en el pasado soñó.
¡Oh tierra querida! Hoy la realidad,
Es por llamarte: ¡LIBERTAD! ¡LIBERTAD!

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