Bonecos Soltos
Em nosso mental silêncio
Indivíduos controlados e com apatia
Rodando por este mundo tão injusto
Com uma olhada fria
E quem pensa e vê?
Aqueles que nos veem
E acham que seremos controlados e já destinados
Aqueles que nos intimidam
Acham que podem nos fazer manipulados
Não somos bonecos soltos
Seres tão manipulados
Não somos corpo de humanos robotizados
Não somos ideias corretas e sem erros
Como esse mundo de humanoides programados
E é um tempo novo
E tudo eterno e duradouro
Palpites de opinião comum
Somando um, mais um e um
Aqui parece tudo eficiente e inteligente
Ideias iguais e sem justificativa
Seria isso uma prova viva?
A toda desordem são indiferentes
Aqueles que nos veem
E acham que seremos controlados e já destinados
Aqueles que nos intimidam
Acham que podem nos fazer manipulados
Não somos bonecos soltos
Seres tão manipulados
Não somos corpo de humanos robotizados
Não somos ideias corretas e sem erros
Como esse mundo de humanoides programados
Marionetas Sueltas
En nuestro silencio mental
Individuos controlados y apáticos
Girando por este mundo tan injusto
Con una mirada fría
¿Y quién piensa y ve?
Aquellos que nos ven
Y creen que seremos controlados y ya destinados
Aquellos que nos intimidan
Piensan que pueden manipularnos
No somos marionetas sueltas
Seremos tan manipulados
No somos cuerpos de humanos robotizados
No somos ideas correctas y sin errores
Como este mundo de humanoides programados
Y es un tiempo nuevo
Y todo es eterno y duradero
Opiniones comunes
Sumando uno, más uno y uno
Aquí todo parece eficiente e inteligente
Ideas iguales y sin justificación
¿Será esta una prueba viva?
A toda desorden son indiferentes
Aquellos que nos ven
Y creen que seremos controlados y ya destinados
Aquellos que nos intimidan
Piensan que pueden manipularnos
No somos marionetas sueltas
Seremos tan manipulados
No somos cuerpos de humanos robotizados
No somos ideas correctas y sin errores
Como este mundo de humanoides programados
Escrita por: Juliano Cabral, Franciéle Romero Machado, Fabricio Balok