O Preço
O preço que se paga às vezes é alto demais
É alta madrugada, já é tarde demais
Pra pedir perdãopra fingir que não foi mal
Uma luz se apaga no prédio em frente ao meu
Sempre em frente foi o conselho que ela me deu
Sem me avisar, que iria ficar pra trás
E agora eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Pensei que era liberdade mas, na verdade
Me enganei outra vez
O preço que se paga às vezes é alto demais
É alta madrugada, já é tarde demais
Mais uma luz se apaga no prédio em frente ao meu
É a última janela iluminada
Nada de anormal amanhã ela vai voltar
Enquanto isso eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Pensei que era liberdade mas, na verdade
Eram as grades da prisão
Eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Pensei que era liberdade mas, na verdade
Era só solidão
El precio
El precio que pagas a veces es demasiado alto
Es media noche, ya es demasiado tarde
Pedir perdón, fingir que no estuvo mal
Se apaga una luz en el edificio de enfrente del mío
Siempre adelante fue el consejo que me dio
Sin decirme que me quedaría atrás
Y ahora pago por mis pecados
Por creer que solo se vive una vez
Pago por mis pecados
Por creer que solo se vive una vez
Pensé que era libertad pero en realidad
Me equivoqué otra vez
El precio que pagas a veces es demasiado alto
Es media noche, ya es demasiado tarde
Otra luz se apaga en el edificio de enfrente del mío
Es la última ventana iluminada
Nada inusual mañana volverá
Mientras tanto pago por mis pecados
Por creer que solo se vive una vez
Pago por mis pecados
Por creer que solo se vive una vez
Pensé que era libertad pero en realidad
Eran los barrotes de la prisión
Pago por mis pecados
Por creer que solo se vive una vez
Pago por mis pecados
Por creer que solo se vive una vez
Pensé que era libertad pero en realidad
Era solo soledad
Escrita por: Humberto Gessinger