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Ron Alufás

Ilê Aiyê

Rum Alufás

Boi, olha o boi, bumba-meu-boi
Ilê Aiyê vem depois
Faz os tambores replicar (Refrão)

Ó meu São Luiz do Maranhão troca de emoção
Faz a Bahia repensar
Trago nossas rezas nossas crenças embaladas na lembrança
Nos ouvidos a zambubar
Tocando orquestra de tam tam e rum pi lé
Abrindo a festa pra africana Agontinmê

(Refrão)

Pois desde o berço da historia quando vimos de Angola
São Benedito abençoar
Festa do Divino do Encantado das tabocas e roçados
Pato pelado e roncadoras
Tambor de Minacom cabaças e agogôs
Com o pererenga, as mutucas e as crioulas

(Refrão)

Ouçu da Ramunha, o daró, o bravum, e o sato, alujá, ijexá
Hoje o curuzu samba de roda, samba regae de viola
Trás a tona o tocador
Dedo a dedo são escolhidos os alabês
Como diz o povo para doze falta três.

Ron Alufás

Ox, mira el buey, bumba-mi-buey
Ile Aiyê viene después
Hace que los tambores se replicen (Chorus)

Oh mi São Luiz do Maranhão intercambio de emociones
Hace que Bahia replantee
Traigo nuestras oraciones nuestras creencias llenas de memoria
En los oídos a zambubar
Tocando la orquesta de tam tam tam y ron pi lé
Apertura de la fiesta para Agontinmê africano

(coro)

Porque desde la cuna de la historia cuando vinimos de Angola
San Benito bendiga
Fiesta de la Divina del Encantador de tabocas y sierras
Pato desnudo y ronquidos
Minacon calabazas y agogôs
Con el pererenga, los cuernos y el criollo

(coro)

Escucha a Ramunha, el daró, el bravum, y el sato, allujah, ijexá
Hoy en día el curuzu samba de roda, samba regae de viola
Saca al jugador
Dedo a dedo se eligen el halabese
Como dice la gente para doce desaparecidos tres

Escrita por: Ciça / LORVAL / PAULO VAZ