Prisoneiro do Prazo
Não pode ser mas mesmo assim você é
Não pode ter mas mesmo assim você tem
Não tem porque fingir ser o que não é
Viver de posses, ostentar e nada além
Casca vazia mas muito bem enfeitada
O quê eu acharia se invadisse a tua alma?
A angústia e o remorso de quem se acovardou
Diante dos seus sonhos deu as costas e não lutou
Prisioneiro do prazo
Vida em atraso
Prisioneiro do prazo
Fundo ou raso
Inteiro ou pedaço
Quem é você?
Ou o que você é?
Dono de si ou de acordo com a maré?
Segue apenas o instinto animal
Apequenando a mente
Em prol do material?
O instável é fixo
Comprar é um vício
E o mundo é líquido
A posse passa
A matéria acaba
Então seja além
Prisionero del Plazo
No puede ser pero aún así lo eres
No puede tener pero aún así lo tiene
No hay razón para fingir ser lo que no es
Vivir de posesiones, ostentar y nada más
Cáscara vacía pero muy bien adornada
¿Qué encontraría si invadiera tu alma?
La angustia y el remordimiento de quien se acobardó
Ante sus sueños dio la espalda y no luchó
Prisionero del plazo
Vida retrasada
Prisionero del plazo
Profundo o superficial
Entero o pedazo
¿Quién eres?
¿O qué eres?
¿Dueño de ti mismo o a merced de la marea?
Sigue solo el instinto animal
Apequeñando la mente
¿En pro del material?
Lo inestable es fijo
Comprar es un vicio
Y el mundo es líquido
La posesión pasa
La materia se acaba
Entonces sé más allá
Escrita por: Ygor Nunes Silva, Gael Gomes