Sonhando Com Meu Próprio Funeral
Eu me lembro...
Eu sabia que tinha algo que estava errado
Mas não era capaz de ver por mim mesmo
Que de mim dependia e era eu quem escolhia
Tudo o que eu fazia e o que acontecia
E, sendo tudo culpa minha, pior me sentia
Por tudo o que eu sabia e ninguém entenderia
Agora aqui estou do ponto onde parou
Juntando o que restou de tudo que quebrou
Não sabendo quem eu sou e nem pra onde vou
E o que incomodou é só o que restou
Eu me lembro
Alguém morreu
Eu me lembro
Era eu
Então o que resta a alguém que está perdido
É algum jeito de escapar dessa mentira
Pensando em tentar mais uma vez mudar
E voltar a andar para tudo terminar
Com medo de sonhar e não mais acordar
Por nada esperar e sem nada amenizar
Andando sem sossego e sem nunca perder tempo
Não há nenhum receio de estar fazendo feio
Os erros estão feitos, não adiantam mais lamentos
Batem no meu peito todos os grandes tormentos
Soñando Con Mi Propio Funeral
Recuerdo...
Sabía que algo andaba mal
Pero no podía ver por mí mismo
Que dependía de mí y era yo quien elegía
Todo lo que hacía y lo que sucedía
Y, al ser todo culpa mía, me sentía peor
Por todo lo que sabía y nadie entendería
Ahora aquí estoy desde donde paró
Reuniendo lo que quedó de todo lo que se rompió
Sin saber quién soy ni a dónde voy
Y lo que molestó es lo único que quedó
Recuerdo
Alguien murió
Recuerdo
Era yo
Entonces, ¿qué le queda a alguien perdido?
Es alguna forma de escapar de esta mentira
Pensando en intentar una vez más cambiar
Y volver a caminar para que todo termine
Con miedo de soñar y no despertar más
Sin esperar nada y sin aliviar nada
Caminando sin descanso y sin perder tiempo
No hay temor de hacer el ridículo
Los errores están hechos, los lamentos no sirven de nada
Todos los grandes tormentos golpean mi pecho
Escrita por: Jeison Placinsch