Samba-Enredo 1979 - Os Verdes Mares de Iracema
Neste vendaval de alegria
Onde tudo é fantasia
O Marangá homenageia
O Ceará o amor
Da lendária Iracema
E um bravo colonizador
Uniu brancos e índios
Floriu se transformou
E hoje cajueiros anunciam
Gente humilde principia
A colheita deste fruto original
Terra do sol, do agreste sertão,
Da beleza dos algodoais
Terra do sol,
Terra da mulher rendeira
Com sua arte divinal
Tange o gado, vaqueiro,
Deixou bento, o cangaceiro,
Canta, canta violeiro,
Encanta com seu canto
O Brasil inteiro
Arreda gente, deixa meu gado passar
Meu gado vem cansado do sertão do Ceará
Nas águas de um verde alegre
Onde o pescador joga o arrastão
Destemidos jangadeiros
Lutaram contra a escravidão
Samba-Enredo 1979 - Los Verdes Mares de Iracema
En esta ráfaga de alegría
Donde todo es fantasía
Marangá rinde homenaje
A Ceará, el amor
De la legendaria Iracema
Y un valiente colonizador
Unió blancos e indios
Floreció y se transformó
Y hoy los cajueiros anuncian
Gente humilde comienza
La cosecha de este fruto original
Tierra del sol, del árido sertón,
De la belleza de los algodonales
Tierra del sol,
Tierra de la mujer tejedora
Con su arte divino
Pastorea el ganado, vaquero,
Dejó bendito al cangaceiro,
Canta, canta guitarrista,
Encanta con su canto
A todo Brasil
¡Aparta gente, deja pasar a mi ganado!
Mi ganado viene cansado del sertón de Ceará
En las aguas de un verde alegre
Donde el pescador echa la red
Intrépidos pescadores
Lucharon contra la esclavitud