Sigo a luz
Varia o sono que não vai chegar
Congela a noite fria ao voltar
Fazendo tudo que tem a fazer
Sofrendo tudo que não vou sofrer
Nunca mais, não vou mais
Nunca mais, não vou mais
(Refrão)
Sigo a luz e sigo o vento sem notar
Pela luz e a escuridão dessa cidade
Sigo a luz e sigo o vento sem notar
Pela luz e a escuridão dessa cidade
Teria tudo e não teria mais
Veria a luz e não seria o sol
Parece tudo tão artificial
Adiantaria não ser sempre igual
Nunca mais, não vou mais
Nunca mais, não vou mais
(Refrão)
Sigo la luz
Varía el sonido que no llegará
Congela la noche fría al regresar
Haciendo todo lo que hay que hacer
Sufriendo todo lo que no sufriré
Nunca más, no lo haré más
Nunca más, no lo haré más
(Refrão)
Sigo la luz y sigo el viento sin notar
Por la luz y la oscuridad de esta ciudad
Sigo la luz y sigo el viento sin notar
Por la luz y la oscuridad de esta ciudad
Tendría todo y no tendría más
Vería la luz y no sería el sol
Todo parece tan artificial
No serviría ser siempre igual
Nunca más, no lo haré más
Nunca más, no lo haré más
(Refrão)