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Manos del Destino

Inês de Vasconcellos

Mãos do Destino

Fiquei à tua espera com os meus
Sentimentos ao vento e a saudade
Magoou-me, não a vieste matar

Senti pena de mim porque eu já não imagino, se somos início ou fim, fica nas mãos do destino
Nem um adeus, apenas os teus olhos se despediram, numa lágrima discreta que os meus não viram
Não há nada pra dizer na hora de ir

Fiquei sem chão num caminho envolto em escuridão dei um abraço apertado à solidão
Não há nada pra dizer na hora de ir

E as promessas que fizeste foram em vão
E o tempo que perdemos foi para quê?
Diz-me, foi para quê?

Refrão
Fiquei à tua espera com os meus
Sentimentos ao vento e a saudade
Magoou-me, não a vieste matar
Senti pena de mim, porque eu já não
Imagino, se somos início ou fim, fica nas mãos do destino

Fiquei à tua espera com os meus
Sentimentos ao vento e a saudade
Magoou-me, não a vieste matar

Senti pena de mim, porque eu já não
Imagino, se somos início ou fim, fica nas mãos do destino, fica nas mãos do destino
Fiquei à tua espera

Manos del Destino

Estuve esperándote con mis
Sentimientos al viento y la nostalgia
Me hirió, no viniste a matarla

Sentí pena de mí porque ya no imagino, si somos inicio o fin, queda en manos del destino
Ni un adiós, solo tus ojos se despidieron, en una lágrima discreta que mis ojos no vieron
No hay nada que decir en el momento de ir

Quedé sin suelo en un camino envuelto en oscuridad, le di un abrazo apretado a la soledad
No hay nada que decir en el momento de ir

Y las promesas que hiciste fueron en vano
Y el tiempo que perdimos, ¿para qué?
Dime, ¿para qué?

Estribillo
Estuve esperándote con mis
Sentimientos al viento y la nostalgia
Me hirió, no viniste a matarla
Sentí pena de mí, porque ya no
Imagino, si somos inicio o fin, queda en manos del destino

Estuve esperándote con mis
Sentimientos al viento y la nostalgia
Me hirió, no viniste a matarla

Sentí pena de mí, porque ya no
Imagino, si somos inicio o fin, queda en manos del destino, queda en manos del destino
Estuve esperándote.

Escrita por: João Direitinho, Guilherme Alface, Mário Monginho, Inês de Vasconcellos