Um Conto Tupi
Um Tupi Guarani
Foi quem me contou
Que Jaci
Sua irmã, filha de Tupã
Seguia caminhando pela mata tão fechada
Encontrou Coaraci
Lindo índio guerreiro
E a negra pele era dourada
E o curumim cupido
Com suas flechas atingiu
Dois corações
E entre milhões
De lendas a contar
Valente que só ele
Guerreando sem parar
Pajés na pajelança
Em sua crença a rezar
Então Coaraci
Um dia adormeceu
E a clara floresta
Logo escureceu
Olhos fechados
Assim pro amor
Brilhou as estrelas
Noite clareou
E assim recomeça
A cada amanhecer
Paixão que atravessa
Sem enfraquecer
Transcendental
A gente nunca viu
Amor surreal
Nas veias do Brasil
Un Cuento Tupi
Un Tupi Guarani
Fue quien me contó
Que Jaci
Su hermana, hija de Tupã
Seguía caminando por la selva tan cerrada
Encontró a Coaraci
Hermoso indio guerrero
Y su piel negra era dorada
Y el niño cupido
Con sus flechas alcanzó
Dos corazones
Y entre millones
De leyendas por contar
Valiente como él solo
Guerrero sin parar
Pajés en la pajelança
En su creencia rezar
Entonces Coaraci
Un día se durmió
Y la clara selva
Pronto oscureció
Ojos cerrados
Así por amor
Brillaron las estrellas
La noche aclaró
Y así comienza de nuevo
Cada amanecer
Pasión que atraviesa
Sin debilitarse
Trascendental
Nunca antes visto
Amor surreal
En las venas de Brasil