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Mientras las Marianas duermen

Ixel

Enquanto as Marianas dormem

Se afaste de mim
Seus olhos não me convencem
Aos poucos vejo o fim
Não existe ordem em mim
De palavras que vão dizer
Das mentiras que eu criei
Mas não diga isso pra mim
Pelo menos um dia eu te amei

Vou me recriar em você
Como insetos pra não nascer
Com a mesma doença de então
Qualquer sonho ou ilusão
Se hoje é fácil pra mim
Nunca ter que parar
Aprendi a viver assim
Reaprendi a andar

Não pare aqui meu senhor
Ela não vai me esperar
Essa carta vai ter um fim
Nem que seja assim
Vou me despedir sem pensar
No que eu posso perder
Já foi muito até aqui
E essa noite eu quero dormir

E nessa ilha vão me encontrar
Banhado pelo luar
Nessas águas eu vou morrer
Tentando a lua encontrar
E enquanto você dormir
As nuvens vão desenhar
Você olhando pra mim
Tentando me reanimar

Mientras las Marianas duermen

Aléjate de mí
Tus ojos no me convencen
Poco a poco veo el final
No hay orden en mí
De las palabras que dirán
De las mentiras que inventé
Pero no me lo digas a mí
Al menos un día te amé

Me recrearé en ti
Como insectos para no nacer
Con la misma enfermedad de entonces
Cualquier sueño o ilusión
Si hoy es fácil para mí
Nunca tener que parar
Aprendí a vivir así
Reaprendí a caminar

No te detengas aquí, señor mío
Ella no me esperará
Esta carta tendrá un final
Aunque sea así
Me despediré sin pensar
En lo que puedo perder
Ya ha sido mucho hasta aquí
Y esta noche quiero dormir

Y en esta isla me encontrarán
Bañado por la luz de la luna
En estas aguas moriré
Intentando encontrar la luna
Y mientras tú duermes
Las nubes dibujarán
Tú mirándome
Intentando reanimarme

Escrita por: João Paulo M. Al