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Quiproquó

IZENZÊÊ

Quiproquó

Não imaginava esse quiproquó
Eu acreditei que era recíproco
Queria ser seu par naquele carimbó
Mas, mostrei meu passaporte e tu não carimbou

Não imaginava esse quiproquó
Eu acreditei que era recíproco
Queria ser seu par naquele carimbó
Mas, mostrei meu passaporte e tu não carimbou

Com todo respeito preciso te dizer
Tem essa coisa da espécie procriar
Subo esse morro pra lá do alto ver
Mas abafa esse bafo, senão dá bafafá

Todas as cores do mundo bateram forte no fundo
Naquele instante, segundo, cruzando nosso olhar
Todas as cores do mundo bateram forte no fundo
Naquele instante, segundo, cruzava o nosso olhar

Não imaginava esse quiproquó
Eu acreditei que era recíproco
Queria ser seu par naquele carimbó
Mas, mostrei meu passaporte e tu não carimbou

Eu, não imaginva esse quiproquó
Eu acreditei que era recíproco
Você soprou um beijo, efeito dominó
Mas, que pena que a vaidade então nos dominou

Quem sabe um dia, quem sabe nunca mais?
Quem sabe o auge, quem sabe o apogeu?
O que você toma, com quem e aonde vai
Seu corpo, sua vida, isso é assunto seu

Só não espere que eu fique vendo esse barco ir a pique
Ouvindo a voz da psique sem arriscar ser eu
Só não espere que eu fique vendo esse barco ir a pique
Ouvindo a voz da psique sem arriscar ser eu

Não imaginava esse quiproquó
Eu acreditei que era recíproco
Queria ser seu par naquele carimbó
Mas, mostrei meu passaporte e tu não carimbou

Eu, não imaginva esse quiproquó
Eu acreditei que era recíproco
Você soprou um beijo, efeito dominó
Mas, que pena que a vaidade então nos dominou

Quiproquó

No me imaginaba este enredo
Creí que era mutuo
Quería ser tu pareja en ese baile
Pero mostré mi pasaporte y tú no sellaste

No me imaginaba este enredo
Creí que era mutuo
Quería ser tu pareja en ese baile
Pero mostré mi pasaporte y tú no sellaste

Con todo respeto debo decirte
Hay este asunto de la especie procrear
Subo esta colina para ver más allá
Pero calla ese aliento, si no habrá lío

Todos los colores del mundo resonaron fuerte en lo profundo
En ese instante, segundo, cruzando nuestra mirada
Todos los colores del mundo resonaron fuerte en lo profundo
En ese instante, segundo, cruzaba nuestra mirada

No me imaginaba este enredo
Creí que era mutuo
Quería ser tu pareja en ese baile
Pero mostré mi pasaporte y tú no sellaste

Yo, no me imaginaba este enredo
Creí que era mutuo
Soplaste un beso, efecto dominó
Pero, qué pena que la vanidad entonces nos dominó

¿Quién sabe un día, quién sabe nunca más?
¿Quién sabe el cenit, quién sabe el apogeo?
Lo que tomas, con quién y a dónde vas
Tu cuerpo, tu vida, eso es asunto tuyo

Solo no esperes que me quede viendo este barco hundirse
Escuchando la voz de la psique sin arriesgarme a ser yo
Solo no esperes que me quede viendo este barco hundirse
Escuchando la voz de la psique sin arriesgarme a ser yo

No me imaginaba este enredo
Creí que era mutuo
Quería ser tu pareja en ese baile
Pero mostré mi pasaporte y tú no sellaste

Yo, no me imaginaba este enredo
Creí que era mutuo
Soplaste un beso, efecto dominó
Pero, qué pena que la vanidad entonces nos dominó

Escrita por: Tomás Tróia / Vitor Isensee