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Bajo el Frío

Jacintho

Sob o Frio

A caso lhe parece ou por acaso aconteça
Que eu já não lhe valha nada
Nenhum pedido de amigo destoou ou ocorra
Se eu buscar depois em tua casa

Mas por fato aconteça não permita que eu pereça
Que eu durma na sarjeta ou que saia em algum canto da noite farta
Eu não faço álibi ou a libido
Eu não busco um fruto proibido
É só saudade das suas assas

E se quiseres me contar
Dizer que não é meu lugar
Que eu corra a noite e vá chorar em outras esquinas
Eu sei que vale suas palavras mesmo que em meio a madrugada
Sob o frio dessa calçada sem mais receios eu irei ir
Repousar.. ahh
Isso é sob o frio, sob o frio
Dos nossos corações

Me vale mais os seus queres
Pois eu sei que não temos poderes, não!
Vamos forçar prazeres esperando algo que já não satisfaz
Mas o suposto da minha ida me permita a última pedida
É um abraço de despedida
E eu prometo nunca mais

Me vale mais os seus queres
Pois eu sei que não temos poderes, não!
Vamos forçar prazeres esperando algo que já não satisfaz
Mas o suposto da minha ida me permita a última pedida
É um abraço de despedida
E eu prometo nunca mais

E se quiseres me contar
Dizer que não é meu lugar
Que eu corra a noite e vá chorar em outras esquinas
Eu sei que vale suas palavras mesmo que em meio a madrugada
Sob o frio dessa calçada sem mais receios eu irei ir
Repousar!

Repousar meu bem, repousar
Que eu já não vou mais ligar
Seus caminhos são seus
Durma sem pestanejar

Repousar meu bem, repousar
Que eu já não vou mais ligar
Seus caminhos são seus
Durma sem pestanejar

Me vale mais os seus queres
Pois eu sei que não temos poderes, não!
Vamos forçar prazeres esperando algo que já não satisfaz
Mas o suposto da minha ida me permita a última pedida
É um abraço de despedida
E eu prometo nunca mais
2x

E se quiseres me contar
Dizer que não é meu lugar
Que eu corra a noite e vá chorar em outras esquinas
Eu sei que vale suas palavras mesmo que em meio a madrugada
Sob o frio dessa calçada sem mais receios eu irei ir
Sem mais receios eu irei ir
Sem mais receios eu irei ir
Repousar

Bajo el Frío

A caso te parece o por casualidad suceda
Que ya no valga nada para ti
Ninguna petición de amigo resonó o suceda
Si luego busco en tu casa

Pero por si acaso sucede, no permitas que perezca
Que duerma en la acera o salga a algún rincón de la noche abundante
No hago coartadas ni libido
No busco un fruto prohibido
Es solo la añoranza de tus alas

Y si quieres contarme
Decir que no es mi lugar
Que corra la noche y vaya a llorar en otras esquinas
Sé que valen tus palabras incluso en medio de la madrugada
Bajo el frío de esta acera sin más temores iré
A descansar... ahh
Esto es bajo el frío, bajo el frío
De nuestros corazones

Me importan más tus deseos
Porque sé que no tenemos poderes, ¡no!
Vamos a forzar placeres esperando algo que ya no satisface
Pero el supuesto de mi partida me permita la última petición
Es un abrazo de despedida
Y prometo nunca más

Me importan más tus deseos
Porque sé que no tenemos poderes, ¡no!
Vamos a forzar placeres esperando algo que ya no satisface
Pero el supuesto de mi partida me permita la última petición
Es un abrazo de despedida
Y prometo nunca más

Y si quieres contarme
Decir que no es mi lugar
Que corra la noche y vaya a llorar en otras esquinas
Sé que valen tus palabras incluso en medio de la madrugada
Bajo el frío de esta acera sin más temores iré
A descansar

A descansar mi amor, a descansar
Que ya no volveré a llamar
Tus caminos son tuyos
Duerme sin titubear

A descansar mi amor, a descansar
Que ya no volveré a llamar
Tus caminos son tuyos
Duerme sin titubear

Me importan más tus deseos
Porque sé que no tenemos poderes, ¡no!
Vamos a forzar placeres esperando algo que ya no satisface
Pero el supuesto de mi partida me permita la última petición
Es un abrazo de despedida
Y prometo nunca más
2x

Y si quieres contarme
Decir que no es mi lugar
Que corra la noche y vaya a llorar en otras esquinas
Sé que valen tus palabras incluso en medio de la madrugada
Bajo el frío de esta acera sin más temores iré
Sin más temores iré
Sin más temores iré
A descansar

Escrita por: Jacintho