Gírias do norte
O zé do brejo quando se casariou
Ele me convidariou pr'uma quadrilha eu marcaria
Marcariei uma quadrilha ritmada
Foi até de madrugada todo mundo com seu parear
Alavantiú, chá de dama na rariê
Cantei coco pra valer
Todo mundo com seu parear
Cantariei na festa de casamento
Da filha de pedro bento na fazenda caiucariá
O zé do brejo noivo muito animado
Logo depois de casado me pediu para cantaria
Me perguntaram por que é que eu canto assim
Eu então lhe respondi: é porque a minha língua não dariar
Esse negócio de dizer alavantú, chá de dama, rariê
Eu posso me atrapalhariá
Slang aus dem Norden
Der Zé aus dem Sumpf, als er heiratete
Lud mich zu einem Fest ein, ich würde eine Quadrille organisieren
Ich würde eine rhythmische Quadrille planen
Bis in die Nacht, jeder mit seinem Partner
Alavantiú, Tee für die Dame im Rariê
Ich sang Coco, und zwar richtig
Jeder mit seinem Partner
Ich sang auf der Hochzeitsfeier
Von Pedros Tochter auf der Fazenda Caiucariá
Der Zé aus dem Sumpf, der Bräutigam, sehr aufgeregt
Kurz nach der Hochzeit bat er mich zu singen
Sie fragten mich, warum ich so singe
Ich antwortete ihnen: Weil meine Zunge nicht mitmacht
So etwas wie alavantú, Tee für die Dame, rariê
Das kann ich nicht aussprechen.