Moleque de Morro
Meus inimigos
Querem me matar
Se ainda estou vivo
Devo à Iemanjá
Eu que sou moleque de morro
Criado na gafieira
Sou bamba na capoeira
Sou valente lá pra cachorro
Quando há barulho eu não corro
Sei que o tempo vai fechar
A minha vontade é de brigar
O barulho pra mim é jogo
Tenho o corpo fechado
Porque sou filho de Xangô
Sou feliz por tudo que fiz
Sei que Iemanjá me ajudou
Chico del Cerro
Mis enemigos
Quieren matarme
Si aún estoy vivo
Se lo debo a Yemayá
Soy un chico del cerro
Criado en la pista de baile
Soy experto en capoeira
Soy valiente como un perro
Cuando hay ruido, no huyo
Sé que se va a armar
Tengo ganas de pelear
El ruido para mí es un juego
Tengo el cuerpo protegido
Porque soy hijo de Changó
Soy feliz por todo lo que hice
Sé que Yemayá me ayudó
Escrita por: Eleno Clemente / Jackson Do Pandeiro