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Burro Salvaje

Jaco e Jacozito

Burro Selvagem

Fazenda Mogi Guaçu
É um lindo jardim de flor
Fazendeiro João Cargueiro
É o rei dos criador

Veio uma tropa selvagem
O Cargueiro separou
Um burrão de qualidade
Que quatro peão matou

Quando eu vim de Mato Grosso
Minha fama esparramou
Lá na minha redondeza
Por eu ser adomador

Cargueiro soube a notícia
Na fazenda me chamou
Pra montar nesse burrão
Que ninguém nunca amansou

Eu cheguei lá na fazenda
O Cargueiro me falou
Se você amansar esse burro
De presente eu te dou

Esse burro é criminoso
É o rei dos pulador
Aqui nesta redondeza
Peão nunca encontrou

Trouxe o burro na mangueira
O Cargueiro que arriou
O povo da redondeza
Ali tudo se ajuntou

Eu montei nesse burrão
O bicho desembestou
Cortei o burro de espora
Que o povo se admirou

Em prazo de duas horas
Esse burro se entregou
Dentro de Porto Ferreira
Minha fama redobrou

Cargueiro disse pra mim
Leve o burro, você ganhou
Despedi e vim me embora
Minha fama lá ficou

Burro Salvaje

En la Hacienda Mogi Guaçu
Es un hermoso jardín de flores
El granjero João Carguero
Es el rey de los criadores

Llegó una tropa salvaje
El Carguero separó
Un gran burro de calidad
Que a cuatro peones mató

Cuando llegué de Mato Grosso
Mi fama se esparció
Allá en mi vecindario
Por ser domador

El Carguero se enteró de la noticia
En la hacienda me llamó
Para montar en este burro
Que nadie ha domado

Llegué a la hacienda
El Carguero me dijo
Si domas a este burro
Te lo regalo

Este burro es criminal
Es el rey de los saltadores
Aquí en esta zona
Nunca un peón lo ha encontrado

Llevé al burro al corral
El Carguero lo soltó
La gente del vecindario
Todos se reunieron allí

Monté en este burro
El animal se descontroló
Lo corté con las espuelas
Y la gente se sorprendió

En un plazo de dos horas
Este burro se rindió
Dentro de Porto Ferreira
Mi fama se multiplicó

El Carguero me dijo
Llévate el burro, lo has ganado
Me despedí y me fui
Mi fama quedó allí

Escrita por: Zé Carreiro