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Vaquero por Profesión

Jair Rodrigues

Vaqueiro de Profissão

Minha vida tem dois amores
Dois rebanhos e dois senhores
Dois destinos na minha mão

Vivo sempre com o pé na estrada
Tomo conta de uma boiada
Sou vaqueiro de profissão

Pros filhotes que eu tenho em casa
Nunca falta nas minhas asas
Um pouquinho de água e pão

Se eu demoro a saudade corta
Pois deixei detrás da porta
A metade de um coração

Iê, iê, iê, iê, iê, iá
Quando a saudade corta, morena
É que eu vou voltar

Iê, iê, iê, iê, iê, iá
Quando a saudade corta, morena
É que eu vou voltar

Já domei touro no braço
Dispensei gibão e laço
E o lombo do alazão

Quando eu vejo boi desgarrado
Sinto como se todo gado
Escapasse da minha mão

Quero o fogo de uma fogueira
E a lua namoradeira
Clareando eu e você

O berrante é o meu recado
Vou correndo pro teu agrado
Que é pra gente se merecer

Iê, iê, iê, iê, iê, iá
Quando a saudade corta, morena
É que eu vou voltar

Iê, iê, iê, iê, iê, iá
Quando a saudade corta, morena
É que eu vou voltar

Minha vida tem dois amores
Dois rebanhos e dois senhores
Dois destinos na minha mão

Vivo sempre com o pé na estrada
Tomo conta de uma boiada
Sou vaqueiro de profissão

Pros filhotes que eu tenho em casa
Nunca falta nas minhas asas
Um pouquinho de água e pão

Se eu demoro a saudade corta
Pois deixei por detrás da porta
A metade de um coração

Iê, iê, iê, iê, iê, iá
Quando a saudade corta, morena
É que eu vou voltar

Iê, iê, iê, iê, iê, iá
Quando a saudade corta, morena
É que eu vou voltar

Iê, iê, iê, iê, iê, iá
Quando a saudade corta, morena
É que eu vou voltar

Iê, iê, iê, iê, iê, iá
Quando a saudade corta, morena
É que eu vou voltar

É que eu vou voltar

Vaquero por Profesión

Mi vida tiene dos amores
Dos bandadas y dos señores
Dos destinos en mi mano

Siempre vivo con el pie en la carretera
Cuido de un ganado
Soy un vaquero de profesión

Para los cachorros que tengo en casa
Nunca te pierdas mis alas
Un poco de agua y pan

Si demoro los cortes de anhelo
Porque lo dejé detrás de la puerta
La mitad de un corazón

Oye, oye, oye, oye, oye, oye
Cuando la nostalgia corta, morena
Es sólo que voy a volver

Oye, oye, oye, oye, oye, oye
Cuando la nostalgia corta, morena
Es sólo que voy a volver

He domesticado toro en mi brazo
Renuncié a Gibbon y reverencia
Y el lomo de la acedera

Cuando veo buey callejero
Me siento como cada ganado
Escapar de mi mano

Quiero el fuego de un fuego
Y la luna coqueteando
Limpiando a mí y a ti

El brillo es mi mensaje
Correré a tu gusto
Que se supone que debemos merecernos

Oye, oye, oye, oye, oye, oye
Cuando la nostalgia corta, morena
Es sólo que voy a volver

Oye, oye, oye, oye, oye, oye
Cuando la nostalgia corta, morena
Es sólo que voy a volver

Mi vida tiene dos amores
Dos bandadas y dos señores
Dos destinos en mi mano

Siempre vivo con el pie en la carretera
Cuido de un ganado
Soy un vaquero de profesión

Para los cachorros que tengo en casa
Nunca te pierdas mis alas
Un poco de agua y pan

Si demoro los cortes de anhelo
Porque lo dejé detrás de la puerta
La mitad de un corazón

Oye, oye, oye, oye, oye, oye
Cuando la nostalgia corta, morena
Es sólo que voy a volver

Oye, oye, oye, oye, oye, oye
Cuando la nostalgia corta, morena
Es sólo que voy a volver

Oye, oye, oye, oye, oye, oye
Cuando la nostalgia corta, morena
Es sólo que voy a volver

Ye, yah, yah, yah, yah
Cuando la nostalgia corta, morena
Es sólo que voy a volver

Es sólo que voy a volver

Escrita por: Iranfe Maciel / Mário Maranhão