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INFANCIA SIN FOTO

Jallapão do Brasil

INFÂNCIA SEM FOTO

INFÂNCIA SEM FOTO

Infância sem foto nem filme nem nada, somente as lembranças memórias guardadas, assim eu crescí e no mato eu brinquei, minha Cassilândia não te esquecerei

Nascí la no mato distante de tudo, infância sofrida perdida no mundo, corria nos campos que imensidão, sim eu fui feliz la naquele rincão

Na fazenda grande onde eu nascí têm o Indaiázão que eu já percorrí, chamada água limpa boa di bebêr, pra tu ser feliz venha conhecer

Naqueli oi d'agua que corre por lá eu já tomei banho e aprendí nadar, têm o Zé Batista e os seus guri, toda a minha infância eu passei alí

Lá na bica d'agua que sai pro terreiro, tinha um bom munjolo pra socar ligeiro, naquele pomar têm fruta e verdura e um grande engenho di fazer rapadura

Tanta coisa existe e não dá pra contar, numa melodia pra te elogiar, fazenda Àgua Limpa eu não te esquecí, pois na minha infância em ti eu viví

Peço mil desculpas pois não lembro mais nomes dos amigos que tinha meus pais, tanto os dá cidade como os do interior, pra homenageá-los hoje aqui estou

Peço mil desculpas pois não lembro mais, nomes dos amigos que tinha meus pais, Paulino e dona Tita já não estão aqui, mais esta homenagem pra vocês escreví

INFANCIA SIN FOTO

INFANCIA SIN FOTO

Infancia sin foto ni película ni nada, solo los recuerdos memorias guardadas, así crecí y en el monte jugué, mi Cassilândia no te olvidaré

Nací en el monte lejano de todo, infancia sufrida perdida en el mundo, corría en los campos qué inmensidad, sí fui feliz allá en aquel rincón

En la granja grande donde nací está el Indaiázão que ya recorrí, llamada agua limpia buena de beber, para ser feliz ven a conocer

En aquel ojo de agua que corre por allá ya me bañé y aprendí a nadar, está Zé Batista y sus chicos, toda mi infancia la pasé allí

En la vertiente de agua que sale al corral, había un buen molino para moler rápido, en ese huerto hay fruta y verdura y un gran trapiche para hacer rapadura

Tantas cosas existen y no se pueden contar, en una melodía para elogiarte, granja Água Limpa no te olvidé, pues en mi infancia en ti viví

Pido mil disculpas pues no recuerdo más nombres de los amigos que tenían mis padres, tanto los de la ciudad como los del interior, para homenajearlos hoy aquí estoy

Pido mil disculpas pues no recuerdo más, nombres de los amigos que tenían mis padres, Paulino y doña Tita ya no están aquí, pero esta homenaje para ustedes escribí

Escrita por: Jallapão Do Brasil